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Futebol

10/06 - 19:05

Luxa quebra protocolo e diz que “dificilmente” sai do Palmeiras
Ao mesmo tempo em que repete a todo instante ter o direito de estudar qualquer proposta de trabalho por ser um profissional como outro qualquer, o técnico Wanderley Luxemburgo faz questão de reafirmar que não é mercenário e que seu pensamento atual está apenas no Palmeiras. Nesta terça-feira, depois de comandar um treino tático cheio de broncas e orientações ao elenco, o treinador, que costuma conceder entrevistas coletivas somente às sextas-feiras, quebrou seu protocolo.

Gazeta Esportiva

O objetivo de Luxa foi rebater os comentários do goleiro Marcos e de Genaro Marino, diretor de Futebol, que atrelaram a queda de rendimento do Palmeiras às sondagens da Europa por ele e por alguns atletas.

“Essa queda de produtividade não tem nada a ver com a possível saída minha ou de algum jogador. Isso é uma grande desculpa, uma grande bobagem, pois as propostas no meio do ano sempre irão existir e nós temos que aprender a conviver com isso”, discursou. “O Marcos, às vezes, é muito visado por causa da sinceridade dele, mas já conversou com o grupo e entendeu o que se passa”, completou.

Wanderley Luxemburgo evitou afirmar com todas as letras que ficará no comando do Palmeiras até o último dia de seu contrato, em dezembro de 2009, mas foi bastante sincero para tranqüilizar os torcedores sobre uma possível saída para o Lyon, da França, principal interessado em contar com seus trabalhos.

“Eu tenho um baita contrato, estou identificado com o clube e com o projeto que foi feito. Acho muito difícil sair do Palmeiras. Não estou dizendo que não vou sair, mas repito: acho muito difícil sair do Palmeiras e estou 100% empenhado em conduzir a equipe no Campeonato Brasileiro, até porque eu acho que no ano que vem estarei aqui de novo”.

Depois de praticamente garantir sua presença à frente do Verdão, Luxemburgo “aconselhou” os jogadores que continuarão sofrendo com as especulações até o término da janela de transferências para a Europa, como o chileno Valdívia.

“O Valdívia vai ser discutido até o último dia da janela se vai ficar no Palmeiras ou ir para a Europa, mas tem a obrigação de correr e produzir para o time, independentemente disso”, avisou.

Sobre os comentários específicos de Genaro Marino e de alguns conselheiros sobre a interferência dos boatos no dia-a-dia do clube, foi direto: “Se algum dirigente não está satisfeito, eu não posso fazer nada. Eu sou assim”, finalizou.

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