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Futebol

10/06 - 18:55

Em coletiva sem energia, Dunga minimiza falta de brilho nos EUA
Nesta terça-feira, no primeiro dia da seleção brasileira na Granja Comary, uma “pane” voltou a incomodar. Depois de atuações criticadas na vitória por 3 a 2 sobre o Canadá e na inédita derrota por 2 a 0 para a Venezuela, em amistoso disputados nos Estados Unidos, Dunga teve sua entrevista coletiva interrompida pela falta de luz e abandonou a sala de imprensa da concentração.

Gazeta Esportiva

Antes do problema tecnológico, assim como tem sido comum nos discursos de seus comandados, o técnico preferiu não valorizar o primeiro revés contra um adversário sem tradição no futebol. O ex-volante viu o decepcionante resultado como qualquer outro em que o Brasil tenha saído de campo derrotado.

“A cobrança na seleção sempre vai existir. Não se pode dizer que estávamos preparados para perder, porque ninguém está. Mas acontece, temos que conviver com isso e tirar como experiência”, comentou o tetracampeão, sem se sentir reprovado em seu primeiro trabalho como técnico.

“A repercussão de uma derrota é sempre a mesma, com um pouco mais ou um pouco menos de críticas. Quem não gosta, crítica. E isso não é só comigo. Com qualquer treinador é assim”, contemporizou.

Mais uma vez, o comandante justificou a decepção pelas experiências que fez na escalação – Robinho e Gilberto foram os únicos titulares a começar o jogo com um time que teve um “triângulo mágico” formado também por Adriano e Pato.

“Não esperávamos a derrota, mas sabíamos que com muitas modificações teríamos muitas dificuldades. E está dando resultado o que nos ‘propomos’ (sic) a fazer na seleção, de dar novas oportunidades. É o que temos feito. Na seleção, se veio, tem que jogar e cada um tem que aproveitar a oportunidade”, defendeu-se.

As novidades que impôs à equipe contra os venezuelanos não devem ser repetidas por Dunga nos jogos contra Paraguai e Argentina, ambos pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2010. Ainda fazendo mistério em relação à escalação, o técnico só comenta que não crê em mais pressão após a decepção.

“Resultado aceitável é ganhar e queremos ganhar sempre. O Brasil vai enfrentar Paraguai e Argentina com essa proposta”, definiu o treinador, aos risos, admitindo que não será somente o aproveitamento de 100% nos próximos compromissos que o satisfará. Dunga dá a entender que ao menos um empate em Assunção estaria dentro dos planos verde-amarelos.

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