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09/06 - 10:19

Chamado de burro, Adilson avisa: “Vão me aturar até dezembro”
A sofrida vitória por 1 a 0 diante do Vasco que garantiu ao Cruzeiro a liderança dividida do Campeonato Brasileiro aconteceu sob vaias da torcida. Parte dos espectadores que estiveram no Mineirão nesse domingo protestaram contra o técnico Adílson Batista.

Gazeta Esportiva

A atitude dos cruzeirenses, entretanto, não mexe com o ego do comandante celeste. À frente da Raposa desde dezembro, o ex-zagueiro aumentou sua confiança em seu potencial com o título mineiro. E garante: cumprirá seu contrato normalmente.

“Enxergo bola e tento fazer o meu melhor. A gente tem que respeitar. O burro não vai ser só no Cruzeiro, mas em outras agremiações. Vou trabalhar em vários clubes grandes, tenho certeza. Até dezembro vão ter que ir me aturando”, avisou o técnico.

O grande descontentamento dos torcedores em relação a Adilson ocorreu quando Jonathan entrou na vaga de Jadilson, momento em que o Cruzeiro lutava para vencer o Vasco. Mesmo com os protestos, o treinador não se arrepende da alteração.

“A vaia é porque é o Jonathan. Só que é um jogador que já participou de mais de 70 partidas como profissional e tem potencial. Já vivenciei esse tipo de situação em outros clubes. Faria novamente a substituição que fiz. Pode ter certeza disso”, assegurou, pedindo para que seus contestadores diminuam as manifestações. “A vaia é direcionada a mim, mas tem reflexo neles (jogadores)”.

No muro – Adilson Batista preferiu não entrar na polêmica sobre o tiro indireto que gerou o gol do Cruzeiro. O técnico afirma não ter visto o lance porque, no momento, estava preocupado em arrumar seu setor defensivo.

“Já estava alertando a recomposição do time e não posso responder sobre esse lance. Confesso que já estava com o olhar para outro setor”, comentou.

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