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07/06 - 19:19

Douglas pede para não ser chamado de maestro
Os torcedores não precisaram de ninguém para reger o coro quando o ônibus do Corinthians deixava a Arena Barueri, após a goleada por 4 a 1 sobre o Grêmio Barueri. Simultaneamente, dezenas de corintianos começaram a gritar o nome do meia Douglas, destaque da partida.

Gazeta Esportiva

Em campo, o jogador garante que o time também não precisa de um maestro. “Não gosto que me chamem assim”, avisou Douglas. “Fazendo a minha parte, estou me sentindo importante para o grupo. Mas não tem essa de maestro. Fui contratado para ajudar”, acrescentou.

Apesar de não se valorizar, o camisa dez está satisfeito com o status de ídolo. Ele sempre repete a comparação entre os treinos do Corinthians e os jogos do São Caetano, sua ex-equipe, que, ainda nessa circunstância, perdia em público para a atual. “Sofri muito para chegar a um time grande. Agora, que consegui, vou sempre fazer o meu melhor. É a minha chance de ser reconhecido nacionalmente.”

Quando defendia o São Caetano, Douglas era bastante cobrado pela irregularidade. No Corinthians, por enquanto o meia só fez boas apresentações. “As pessoas falam que o time precisa de mim, mas se esquecem que também preciso do time. Se todo mundo está mal, a bola não chega. Aqui, está dando tudo certo”, comemorou.

Na decisão da Copa do Brasil, contra o Sport, o Corinthians não contará com seu maestro (sem inscrição na competição), maneira como ele até já chega a admitir ser apelidado. “Não gosto de maestro, mas a imprensa e a torcida podem chamar como quiser”, conformou-se Douglas.

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