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Experiência com interino não é novidade na carreira de Souza

Em 2009, no Grêmio, meia passou um mês e meio sem treinador entre a saída de Celso Roth e a chegada de Autuori

Marcello Pires, iG Rio de Janeiro |

Desde que confirmou um acerto verbal com Abel Braga para ser o técnico do Fluminense, o presidente Peter Siemsen sabe que assumiu um risco muito grande. Como o novo comandante tem contrato até dia 30 de maio com o Al Jazira, dos Emirados Árabes, e só poderá se apresentar nas Laranjeiras em junho, o atual campeão brasileiro será dirigido nesse período pelo auxiliar permanente Enderson Moreira. Souza viveu a mesma situação no Grêmio, em 2009, e reconhece que essa é sempre uma decisão arriscada. Porém, no pouco contato que teve com o treinador interino, ele afirma que a aposta dos dirigentes tricolores tem tudo para da certo.

“Em 2009, o Celso Roth foi demitido do Grêmio e nós ficamos cerca de um mês e meio sem um técnico até a chegada do Paulo Autuori. Isso deixa o grupo perdido, sem comando e ansioso para saber quem será o novo treinador”, lembrou Souza.

Mas no caso do Fluminense, a solução foi rapidamente solucionada. Além da chegada de Enderson Moreira justamente para ocupar essa lacuna toda vez que o clube ficar sem um treinador, Souza afirma que o anúncio de Abel Braga antes da partida contra o América-MEX devolveu a tranquilidade ao elenco.

“O pior é não saber quem será o novo comandante. Nós passamos mais de uma semana ouvindo vários nomes, até que o Gilson Kleina foi anunciado como novo técnico e acabou não vindo. Essas especulações criam uma insegurança muito grande no grupo e acabam atrapalhando dentro de campo”, explicou Souza.

Se o torcedor do Fluminense encarou a contratação de Enderson Moreira com desconfiança, Souza não. Com passagens por vários clubes grandes do país e até do exterior, o meia do Fluminense se acostumou a trabalhar com treinadores consagrados, mas afirma que o “novato” tricolor sabe muito de futebol.

“Eu já trabalhei com caras que já foram campeões de tanta coisa e não sabem tanto futebol como esse cara sabe. Ele é novo, mas já deu para ver que entende muito. Ele não caiu de pára-quedas. A prova disso são os treinamentos dele. As vezes nós temos algumas ilusões no futebol. O cara não é respeitado porque não tem nome, enquanto alguns vivem apenas do nome. Ele mostrou personalidade e por isso tem o respeito do nosso grupo”, afirmou Souza.


 

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