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Estudo aponta desvalorização brasileira no mercado de transferências

Venda de maior destaque foi a do versártil Danilo, mas foi apenas a 30ª transferência mais cara na Europa

Gazeta |

Um estudo elaborado pelo escritório Carlezzo Advogados Associados mostrou que o jogador brasileiro já não é mais tão valorizado no exterior. A venda de maior lucratividade na última janela europeia de transferências foi a do meio-campista Danilo, do Santos para o Porto, de Portugal, por € 13 milhões (R$ 30,4 milhões) - apenas a 30ª mais cara do mundo.

Desde a temporada 1995/1996, quando o hoje comentarista Caio Ribeiro trocou o São Paulo pela italiana Internazionale por € 7,5 milhões, a principal transação envolvendo um atleta brasileiro não atingia montante tão baixo, de acordo com a pesquisa.

"Isso pode acarretar em discussões sobre a perda de qualidade técnica do jogador nacional", comentou Eduardo Carlezzo, responsável pelo estudo. "Por outro lado, não podemos fechar os olhos para o fato de que as atuais condições da economia brasileira possibilitam que os jogadores continuem aqui por mais tempo, promovendo rápida aproximação do Campeonato Brasileiro às principais ligas europeias", ressalvou.

Como argumento para Carlezzo, jogadores badalados como Neymar e Paulo Henrique Ganso resistiram à janela de transferências e permaneceram no Brasil. A dupla de santistas, se fosse para a Europa pelos valores especulados, figuraria entre as cinco vendas mais rentáveis do mundo.

Os líderes no atual ranking de transferências são argentinos: o atacante Aguero, que saiu do Atlético de Madrid para o Manchester City por € 45 milhões, e o meia Pastore, negociado pelo Palermo com o Paris Saint-Germain por € 42 milhões. Já o colombiano Falcao García, que se projetou em um clube da Argentina, o River Plate, rumou do Porto para o Atlético de Madrid por € 40 milhões.

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