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Caseiro, Araújo prefere acompanhar o carnaval pela televisão

Raridade entre os boleiros, atacante do Fluminense descartou bailes e os badalados camarotes da Sapucaí

Marcello Pires, iG Rio de Janeiro |

Último jogador a se apresentar nas Laranjeiras para a temporada 2011 ao lado de Edinho, Araújo é o típico caipira. Humilde e caladão, ele esbanja simplicidade. Mas apesar da timidez e da fala mansa, o jogador do Fluminense jamais se recusa a atender à imprensa. Natural de Caruaru, o atacante de 33 anos já morou em Goiânia, Belo Horizonte, Japão, Catar e agora Rio de Janeiro. Apesar de línguas e culturas distintas e muitas mudanças na bagagem, seus hábitos continuam os mesmos. Caseiro, o jogador afirma que nem o agitado carnaval carioca é capaz de mudar seu jeitão sossegado.

Araújo pode até ser considerado uma raridade entre os boleiros. Se durante os quatro dias de carnaval, a maioria de seus colegas de profissão corre para a Marquês de Sapucaí atrás de diversão e samba no pé e não desperdiça um segundo sequer de folia, o atacante do Fluminense prefere trocar a avenida pelo sofá ao lado da esposa.

“Eu sou mais caseiro, não sou muito de sair. Prefiro ficar em casa. Mas tenho acompanhado o carnaval pela televisão”, afirmou.

Enquanto Ronaldinho Gaúcho tem se mostrado incansável na Sapucaí, Araújo só pensa em conquistar uma vaguinha no ataque do Fluminense. Se o camisa dez da Gávea já foi coroado pela presidente Patrícia Amorim rei do Baile “Vermelho e Preto”, desfilou por três escolas e até comandou o bloco "Samba, Amor e Paixão", organizado por ele e pelo grupo Samba Pra Gente, em homenagem ao Flamengo, Araújo prefere o anonimato e uma sequência de jogos com a camisa do Fluminense.

Mas apesar de evitar os badalados camarotes banhados à cerveja e repletos de celebridades, Araújo admira o carnaval carioca e lembra que até no Catar a maior festa popular brasileira faz sucesso. Embora tenha evitado a bagunça, o jogador já sentiu o clima pelas ruas.

“Pelas ruas da cidade você vê como é diferente. É até difícil para andar. Mas isso é o Rio, todo mundo conhece. Até no Catar falavam do carnaval carioca”, lembra o atacante, que defendeu o Al-Gharafa por três temporadas.
 

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