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Carlinhos volta, mas Julio Cesar deve ser titular na estreia

Recuperado de tendinite no pé direito, Carlinhos precisa de ritmo de jogo. Julio Cesar quer agarrar oportunidade.

Marcello Pires, enviado iG a Mangaratiba |

A boa notícia neste sábado, em Mangaratiba, foi o retorno de Carlinhos aos treinamentos.

Recuperado de uma tendinite no tendão de aquiles do pé direito, o lateral-esquerdo, que ficou três dias entregue ao departamento médico e dois à fisioterapia, participou normalmente da atividade de finalização comandado pelo técnico Muricy Ramalho e deve ser liberado para o jogo treino deste domingo, às 9h, contra o Tigres.

No entanto, como passou por uma cirurgia para correção de uma síndrome compartimental na perna esquerda e ficou muito tempo sem treinar, a tendência é que o titular na estreia do Fluminense no Carioca, na próxima quinta-feira, às 19h30 (horário de Brasília), contra o Bangu, no Engenhão, seja Julio Cesar. Além de ter participado de toda a pré-temporada, o jogado foi bem no primeiro jogo treino da pré-temporada, quinta-feira, contra o Democrata.

Feliz com o bom início de ano, o lateral lamenta ganhar a posição devido a contusão de um companheiro, mas espera agarrar a oportunidade se for confirmado contra o Bangu. Para ele, embora as equipes sejam muito parelhas, o Fluminense leva vantagem por ter mantido a mesma base de 2010.

“As equipes se reforçaram e o campeonato será muito difícil. Nossa equipe mudou muito pouco e já temos um bom entrosamento. Como nesse começo de temporada as equipes ainda não estão cem por cento fisicamente, acho que isso pode fazer a diferença a nosso favor”, explicou o jogador.

Melhor lateral-esquerdo do Campeonato Brasileiro de 2009, Julio Cesar sabe que não ainda repetiu com a camisa do Fluminense as boas atuações da época do Goiás. Embora reconheça que 2010 poderia ter sido melhor individualmente, ele lembra que sofreu com algumas lesões e por não ter participado de toda pré-temporada em Vitória.

“Todo jogador sabe quando não vive um bom momento, mas alguns preferem não admitir publicamente. Eu não tenho qualquer problema com isso. Sei que não em 2010 não fui o mesmo Julio Cesar do Goiás. Eu tive algumas lesões no inicio do ano, cheguei no meio da pré-temporada e ainda não conhecia bem o elenco. Mas com a chegada do Muricy eu subi de produção, ganhei espaço e conquistei a confiança dele”, disse o lateral, que espera uma guerra na Libertadores, mas faz um alerta.

“A libertadores é uma guerra sim, mas não podemos esquecer de jogar bola. Nosso time é muito técnico e não podemos fugir das nossas características”, afirmou.
 

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