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Campeão em 1992, Zetti pede que Santos se apegue à superação

Goleiro foi campeão com o São Paulo também diante do Barcelona considerado imbatível

Gazeta |

Em 1992, o São Paulo chegava ao Japão na busca pelo título mundial diante de um Barcelona tido como imbatível, dono de campanhas incontestáveis na temporada europeia. O quadro é similar ao que o Santos vai enfrentar no domingo, e o Tricolor paulista foi campeão vencendo de virada por 2 a 1. Titular da equipe, o ex-goleiro Zetti pede que o Peixe mantenha uma característica bem brasileira: a de se superar.

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"O grande diferencial do futebol brasileiro é que jogamos sempre por motivação, em busca de algo mais, de se afirmar. Isso é bom, esse sentimento nosso é diferenciado quando se está em uma partida tão importante", opinou o ex-jogador, confiante de que Muricy Ramalho manterá em seus comandados o mesmo espírito que dominou os são-paulinos há 19 anos.

Hilton Mattos
Zetti esteve presente no Soccerex, no Rio de Janeiro
"O Santos vai procurar se agarrar nessa necessidade de superação. Isso pode ajudar dentro de campo, dar um pouquinho mais por essas motivações. O Santos com certeza pode superar o Barcelona", apontou, até usando o seu feito como exemplo para os atuais campeões da Libertadores.

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"É outra época, não dá para comparar, mas o Barcelona de 1992 também era considerado uma seleção, o melhor time do mundo, tinha jogadores como Koeman, Stoichkov, que eram diferenciados. O São Paulo não era ninguém, chegou desacreditado. Mas fizemos a diferença", relembrou o ex-atleta, que defendeu o Santos entre 1996 e 1999.

Além da superação, Zetti aponta um diferencial importante nas pretensões santistas: Neymar. O ex-goleiro está certo de que o brasileiro é o melhor jogador do mundo, já que Messi "tem todo um time entrosado por trás dele". E sua opinião será provada no domingo. "Neste confronto no Mundial de clubes, se ele fizer um, dois gols em um jogo desse, muita gente vai queimar a opinião que deu em relação a ele estar ausente da lista da Fifa", previu.

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"O Neymar já é o melhor do mundo. O trabalho que ele fez no futebol brasileiro, com todas as dificuldades que temos de campo, transporte, pressão, adversário que marca muito forte. Encontrou um caminho para driblar tudo isso e fazer os gols que fez. Tomara que ele seja considerado o melhor do mundo no ano que vem. Ele tem que continuar neste caminho, blindado pelos profissionais que o cercam, para chegar inteiro à Copa do Mundo", completou.

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