Ala-armador não participou das atividades do Heat pelo segundo dia consecutivo. Outros três atletas também não entraram em quadra

Dwyane Wade foi poupado dos treinamentos do Miami Heat pelo segundo dia consecutivo neste domingo, mas segue sem preocupar para o primeiro jogo da final da temporada contra o Dallas Mavericks. Outros três atletas do elenco também não participaram das atividades: o ala-pivô Udonis Haslem e os alas Mike Miller e James Jones.

O treinador Erik Spoelstra voltou a afirmar que o ala-armador não tem lesões e a medida visa apenas garantir a integridade física dos quatro jogadores para as finais. “Nós queremos ter certeza que todos estão saudáveis para entrar nesta disputa e este dia extra foi vantajoso para nós”, afirmou.

Depois de ser o cestinha do Heat na série semifinal contra o Boston Celtics , a produtividade de Wade caiu no confronto contra o Chicago Bulls . Sua média de pontos despencou de 30,2 para 18,8. E, embora tenha recebido tratamento no ombro esquerdo durante a quinta partida das finais de conferência, o atleta garante que sua situação física não preocupa.

“Saúde não teve nada a ver com minhas atuações”, disse o ala-armador. “Eu tive problemas arremessando, mas estava vindo de uma série contra o Celtics em que arremessei muito bem e fiz 30 pontos por noite”.

Miller e Haslem foram desfalques em parte da temporada e, por isso, recebem maior atenção da franquia. O ala tem atuado com um tendão do polegar esquerdo rompido desde abril. Já o ala-pivô ficou cinco meses sem atuar por conta de uma lesão no pé esquerdo e voltou à rotação da equipe apenas na série contra o Bulls.

Há cinco anos, quando Heat e Mavericks decidiram o título da temporada, Wade foi o MVP das finais e saiu com o título. O ala-armador sabe que não tem mais a explosão de anos anteriores, mas acredita que a chave para ser campeão esteja na preparação mental.

“Obviamente, estou cinco anos mais velho e não sou tão rápido e atlético quanto quando tinha 24 anos, mas jogar tantos jogos abala o corpo de qualquer um”, falou. “Neste ponto, a questão é muito mais mental do que física”.

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