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Basquete
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Taurasi passa por detector de mentiras para provar inocência

Atleta foi pega no exame antidoping em dezembro e quer provar inocência para evitar suspensão que pode tirá-la das Olimpíadas

iG São Paulo |

A norte-americana Diana Taurasi, que foi pega no exame antidoping em dezembro do ano passado, passou por um detector de mentiras para provar sua inocência após ser pega em um exame antidoping na Turquia.

O exame faz parte da defesa escrita que a atleta enviou para a federação turca de basquete na semana passada. Depois de testar positivo para modafinil, uma substância usada para problemas no sono, a atleta foi demitida do Fenerbahce.

De acordo com o ex-policial de Chicago John Fritz, que foi quem coordenou o detector de mentiras, Taurasi teve que responder duas questões: “Você tomou a droga modafinil ou qualquer similar?” e “Você mentiu para os diretores do clube quando negou ter usado a substância?”. Os resultados dizem que as respostas foram confiáveis quando ela disse não para as duas perguntas.

Além da demissão, a norte-americana também quer evitar a suspensão de até dois anos, que a impediria de jogar as Olimpíadas de 2012, em Londres. Se for declarada culpada e oficialmente suspensa, a armadora, que joga pelo Phoenix Mercury no EUA, vai ter seu caso julgado também pela AMA (Agência Mundial de Antidoping) e teria todas as suas atuações pela WNBA desconsideradas.

A lei busca evitar que atletas suspensos joguem em ligas não regulamentadas pela AMA. Os executivos da liga norte-americana de basquete feminino dizem que estão monitorando a situação.

O advogado de Taurasi, Howard Jacobs, aponta várias irregularidades na maneira como os exames antidoping da jogadora foram conduzidos pelas autoridades turcas: “Ninguém sabe em que condições as amostras de urina foram mantidas. No calor, no frio, quando foram lacrados. Isso já é suficiente para anular esse teste”.

Jacobs também vai contra a maneira como o laboratório turco identificou a substância. A AMA tem um critério especifico para identificar modafinil e os resultados, segundo o advogado, estão fora da margem de erro da entidade:

“Segundo os critérios da agência mundial, baseado nestes testes, é incerto até que estejamos falando de modafinil”, afirmou Jacobs.

 

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