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Basquete
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Sem espaço no feminino, Paulo Bassul quer agora o masculino

Ex-técnico da seleção conduzia projeto em Barueri. Está afastado das quadras desde o final da Copa América do ano passado

Gazeta Esportiva |

Antecessor do espanhol Carlos Colinas na seleção brasileira, Paulo Bassul passou a coordenar um projeto ligado ao basquete feminino em Barueri no ano passado. Após a interrupção do programa por motivos políticos, o ex-técnico do time nacional quer treinar uma equipe masculina.

"Acho importante o técnico estar sempre buscando coisas novas, que o deixem 100% motivado e envolvido com um projeto", afirmou o treinador. "A chance de trabalhar no masculino me deixaria assim agora. É um momento em que estou querendo investir em coisas diferentes para dar uma guinada".

Gazeta Press
Paulo Bassul, ex-treinador da seleção brasileira

No basquete feminino, o técnico construiu uma trajetória marcada por três títulos nacionais (2003, 2006 e 2007) e três paulistas (2001, 2003 e 2007). Como assistente na seleção, participou das Olimpíadas de Sidney-00 e Atenas-04. No comando do time principal, ficou em penúltimo nos Jogos de Pequim-08 e se despediu com o título da Copa América no ano passado.

Aos 43 anos, Bassul quer iniciar sua trajetória entre os homens. "Nos bate-papos com as pessoas do basquete, sempre me perguntavam: 'por que você não aproveita esse momento para dar uma guinada?'. Então, resolvi abrir as portas para o masculino", disse.

Ele chegou a receber algumas sondagens de equipes femininas recentemente, mas as negociações não evoluíram. Apesar de manifestar o desejo de comandar um time masculino, o técnico não descarta a possibilidade de voltar a trabalhar com as mulheres.Enquanto não acerta com algum time, ele se prepara. "Tenho visto muitos jogos do NBB" afirmou. " Estou acompanhando tudo para estar bem inteirado do ritmo do masculino, dos jogadores, do nível dos clubes, de tudo. Quero conseguir aproveitar a primeira chance que aparecer".

No basquete masculino, Paulo Bassul não reencontrará a ala Iziane Marques. A jogadora se recusou a entrar em quadra durante uma partida no Pré-Olímpico de Madrid-08 e, desde o desentendimento, se recusou a defender a seleção brasileira sob o comando de seu desafeto.

Nomeada por Carlos Nunes, presidente da CBB, para cuidar do basquete feminino, Hortência Marcari reconduziu Iziane à seleção e colocou no lugar de Bassul o espanhol Carlos Colinas, que fracassou no Mundial da República Tcheca no ano passado e já foi substituído por Ênio Vecchi.

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