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Basquete
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Philadelphia 76ers é vendido para bilionário do ramo financeiro

Joshua Harris encabeça grupo de investidores que fechou a compra da franquia por cerca de US$ 280 milhões

iG São Paulo |

O Philadelphia 76ers tem novos donos. Após 15 anos sob o comando da “Comcast-Spectacor”, uma empresa de esportes e entretenimento local, a franquia acaba de ser vendida para um grupo de investidores liderado pelo bilionário Joshua Harris. Ele é um dos sócios da “Apollo Global Management”, importante firma norte-americana do ramo financeiro.

Fontes informam que a negociação foi fechada em cerca de US$ 280 milhões (quase R$ 440 milhões), mas ainda precisa ser aprovada oficialmente pela NBA. A venda não incluiu o ginásio em que a equipe manda suas partidas, o Wells Fargo Center, que segue sob a administração da “Comcast”.

“Nós estamos honrados de ter a oportunidade de estar afiliados com esta franquia histórica”, afirmou Harris. “Como um fã de basquete que fez faculdade na Filadélfia e parte de uma família que tem raízes aqui, eu sempre senti uma forte conexão com a cidade e o 76ers”.

O sentimento de Harris é compartilhado por David Blitzer, um de seus sócios no investimento. “Estamos muito empolgados por estarmos associados com este icônico time e ter a oportunidade de servir a cidade da Filadélfia e seus leais fãs de basquete”, disse.

Neste ano, a revista “Forbes” avaliou a equipe em US$ 330 milhões (R$ 518 milhões), mas sua cotação no mercado está em queda. Entre 2010 e 2011, a organização sofreu desvalorização de 4%.

A intenção inicial dos investidores é recolocar o 76ers no caminho das vitórias e manter uma relação cordial com os antigos proprietários. “Nós estamos ansiosos para ajudar a construir o futuro da franquia a partir das realizações dos anos anteriores”, falou Harris. “Nosso grupo também quer criar um longo e benéfico relacionamento com a 'Comcast-Spectacor'”.

O presidente de operações do time, Rod Thorn, esteve em contato com os novos donos em junho, mas nenhuma das decisões tomadas desde então foi influenciada pela venda. “Eles tinham questões sobre como fazemos as coisas, por que as fazemos, o que pensamos de nosso pessoal, do que precisamos - este tipo de perguntas”, afirmou o dirigente.
 

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