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Basquete
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Nenê recebe críticas pesadas durante festa de premiação do NBB

Segundo o presidente da Liga Nacional de Basquete, Kouros Monadjemi, pivô do Denver Nuggets nunca vai ser nada para o Brasil

Gazeta |

O pivô Nenê Hilário nunca disputou o NBB, mas foi citado por Kouros Monadjemi, presidente da Liga Nacional de Basquete (LNB), durante a festa de premiação do torneio , na noite da última terça-feira, em São Paulo. O dirigente criticou o jogador do Denver Nuggets e disse que o público nacional não o tem como ídolo.

Logo no discurso que abriu a cerimônia, Monadjemi citou Guilherme Giovannoni e Marcelinho Machado como referências. Em seguida, falou sobre o atleta da NBA. "O Nenê seria ídolo se se dedicasse mais ao Brasil", afirmou. "Aqueles que se dedicam, são ídolos. Os que não se dedicam, não são reconhecidos pela torcida da mesma maneira".

Nenê vestiu a camisa da seleção brasileira pela última vez no Pré-Olímpico de Las Vegas, em 2007. O pivô era opositor de Gerasime Grego Bozikis, que deixou a presidência da Confederação Brasileira de Basquete (CBB) em 2009, mas a troca no comando ainda não propiciou o retorno do jogador ao time nacional.

Após o evento, Monadjemi subiu o tom das críticas ao conceder entrevista. "Ele não dá o valor que deveria ao Brasil", disse. "Está puto com o Grego? O que nós temos a ver com isso? O Nenê nunca vai ser nada para o Brasil". O dirigente ainda declarou respeitar os demais brasileiros que atuam na NBA: Anderson Varejão, Tiago Splitter e Leandrinho.

Para o presidente da LNB, na medida que pouco jogou pelo Brasil, Nenê não pode ser considerado um ídolo nacional. "Dos brasileiros que estão na NBA, ele é o de maior expressão", falou. "Internacionalmente, é o maior jogador brasileiro, mas não se identifica com a torcida brasileira".

Além de Giovannoni e Marcelinho, Monadjemi citou Alex Garcia e Marquinhos Souza como referências. Mesmo assim, ele considera o cenário escasso: "Ainda é pouco para a expressão internacional que o basquete precisa, mas acho que dentro de alguns anos os ídolos certamente vão pintar e voltaremos a ter o privilégio de torcer por eles".

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