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Basquete
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NBA recebe conceito máximo em pesquisa sobre diversidade

Basquete emprega mais mulheres e minorias raciais em cargos de destaque do que qualquer outro esporte profissional norte-americano

iG São Paulo |

A NBA foi a única das grandes ligas esportivas masculinas a receber conceito “A” no estudo de diversidade no comando das franquias realizado pelo Instituto de Diversidade e Ética nos Esportes da Universidade do Centro da Flórida.

Utilizando o quadro de empregados das equipes na temporada 2010/11, os pesquisadores concluíram que 36% dos ocupantes de cargos gerenciais nos times são negros e 42% são mulheres.

Getty Images
Terdema Ussery, presidente do Dallas Mavericks
“Nosso objetivo sempre foi contratar as melhores pessoas disponíveis, o que tem funcionado muito bem para nós, e continuaremos mantendo esta política”, afirmou Mike Bass, porta vez da NBA, comentando os resultados obtidos pelo instituto.

No início da temporada, a pesquisa apontou que 33% dos treinadores e 45% dos assistentes técnicos eram afro-americanos. Já executivos e gerentes gerais negros ocupavam 26% dos cargos disponíveis na NBA, o maior índice encontrado em qualquer outra liga masculina dos EUA.

Subindo ainda mais na cadeia hierárquica organizacional, cinco afro-americanos (incluindo Terdema Ussery, campeão da temporada com o Dallas Mavericks ) e duas mulheres ocupam cargos de presidente em alguma das 30 franquias da liga.

Para o diretor do instituto responsável pela pesquisa, Richard Lapchick, o processo de seleção de profissionais na NBA contribuiu para o estabelecimento de um quadro de funcionários mais diverso. “Eles constantemente abrem processos de pesquisa para contratação, o que inclui um diverso grupo de candidatos, e eu acho que isso ajuda mais do que qualquer outra coisa”.

Quando o assunto se torna os atletas, os números ficam bem mais concentrados. A pesquisa aponta que 83% dos jogadores em atividade na liga são negros. Os outros 17% são distribuídos entre latinos (4%), asiáticos (1), caucasianos (11) e outros (1).

Segundo Lapchick, a NBA faz um trabalho exemplar contratando mulheres e minorias para posições de comando. “As outras ligas contratam mulheres e minorias para funções em escritórios, mas o basquete é muito mais eficiente trazendo este grupo para posições gerenciais de destaque”, explicou.
 

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