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NBA: jogador ataca americanos por comemorarem morte de Bin Laden

Chris Douglas-Roberts, ala do Milwaukee Bucks, questionou também o comportamento dos EUA na luta contra o terror

Gazeta |

Neste domingo que passou, o mundo recebeu a notícia da morte do terrorista Osama Bin Laden, confirmada pelo presidente dos EUA, Barack Obama. Enquanto a maioria das pessoas demonstrava apoio aos EUA, o ala Chris Douglas-Roberts, do Milwaukee Bucks, criticou os norte-americanos que comemoravam a morte do terrorista.

Quando se aproximava o final do dia 1º de maio, começaram os rumores de que os EUA haviam conseguido capturar e matar Bin Laden. No entanto, a confirmação veio apenas após o anúncio oficial do presidente norte-americano.

No momento em que Obama afirmou que seu país havia matado o chefe do grupo terrorista Al-Qaeda, o país inteiro entrou em festa. De acordo com o presidente, a morte foi em uma mansão no Paquistão, depois de uma troca de tiros.

Alguns famosos mostraram seu apoio ao presidente, como o ala do Miami Heat e duas vezes MVP da NBA, LeBron James. "Uau! As palavras de Obama movem a Terra e são inspiradoras", afirmou LeBron em sua página oficial do Twitter.

No entanto, Douglas-Roberts atacou bastante o povo americano. "Isto é uma celebração?", comentou o atleta em seu Twitter, depois de todas as televisões mostrarem a multidão que estava na frente da Casa Branca comemorando a morte. "Seria isto o início de uma grande guerra religiosa? Espero que não (balançando minha cabeça)", continuou.

Em seguida, sendo vítima de muitas críticas e atacado por muitos seguidores, CDR, como o jogador é chamado, desabafou: "Eu sou o idiota? Você é cristão. Deus ficaria feliz com você comemorando a morte?"

Insultado por muitos em seu microblog, este norte-americano nascido em Detroit, prosseguiu: questionou, "Foram necessárias 919.967 mortes para matar este cara. Foram necessários dez anos e duas guerras para matar este cara. Nos custou aproximadamente US$ 1,18 trilhão (cerca de R$ 1,9 trilhão) para matar este cara. Mas estamos vencendo (sarcasmo)".

Muito criticado, o jogador continuou dando sua opinião pelo Twitter, afirmando ser contra "uma guerra de dez anos" e, principalmente, a "morte de inocentes diariamente".

Após algum tempo, ele se mostrou firme com sua opinião. "Só estou dizendo o que eu sinto. Para todos que estão me apoiando, estou bem. Eu tenho uma pele muito grossa. O que eu sinto não mudou nem um pouco. De qualquer maneira, que Deus abençoe a América", finalizou.

 

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