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Basquete
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Lenny Kravitz e Rihanna fazem espetáculo à parte no All-Star Game

Astros da música americana também ficaram com a missão de entreter os torcedores no Staples Center

Fábio Sormani, em Los Angeles |

LOS ANGELES— A festa de abertura do “All-Star Game” veio com o selo de padrão de qualidade da NBA — e de todos os eventos importantes de qualquer modalidade esportiva apreciada pelos norte-americanos. Quando a festa exige, esforços não são poupados. Pela NBA, NFL ou MLB.

E foi o que aconteceu na cerimônia de abertura do “All-Star Game”. O Guitarrista, cantor e compositor Lenny Kravitz foi o responsável pelo show de abertura do evento. Foram três temas apresentados por este nova-iorquino de 47 anos e que confessou, antes do show, que basquete não é seu esporte favorito.

“Faz uns dez dias que eu comecei a acompanhar”, disse Kravitz, referindo-se ao fato de que teria que se inteirar do assunto, pois seria uma das atrações deste “All-Star Weekend”. E riu da situação.

“Come On Get It” foi a primeira canção de Kravitz. Com o tema, ele e sua banda saudaram a todos que estavam no Staples Center. Assim que a música acabou, Craig Ross, guitarrista da banda de Kravitz, assumiu o comando e com seus “riffs” segurou o tema com o auxílio da batida firme e forte da bateria de Cindy Blackman.

E os 12 jogadores da Conferência Leste foram apresentados ao público. Neste momento ficou clara a antipatia e a rivalidade que existem entre angelinos e bostonianos. Os jogadores do Celtics, Rajon Rondo, Ray Allen, Kevin Garnett e principalmente Paul Pierce, que nasceu em Los Angeles, foram duramente vaiados durante suas apresentações.

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Lenny Kravitz agita o público no Staples Center

Depois que os jogadores do Leste e o técnico Doc Rivers foram apresentados, Kravitz apresentou seu segundo tema: “Are You Gonna Go My Way”. Voz calibrada, extensa e firme, bem emoldurada pelos instrumentos da banda e por sua própria Gibson SG verde, Kravitz fez a cama para a apresentação dos jogadores e treinador do Oeste.

Novamente Ross e Blackman seguraram a onda enquanto os atletas foram anunciados. A curiosidade ficou por conta da reação dos torcedores locais quando Kobe Bryant e Blake Griffin fossem apresentados.

Quem seria mais ovacionado era a pergunta que ficava no ar. Sim, pergunta cabível, pois apesar de jogar no primo pobre da cidade, o Los Angeles Clippers, Griffin faz uma temporada tão contundente, arregaça tantos aros com suas enterradas fenomenais (foi o vencedor do torneio na noite de sábado ao pular sobre um carro em seu último ato), que arrebata torcedores por onde passa.

E em Los Angeles tem feito isso com fãs do Lakers. Acredite, não é exagero.

Quem foi mais aplaudido? Gostaria muito que o pessoal do “Psiu”, o Programa de Silêncio Urbano da cidade de São Paulo, estivesse no Staples para com seus aparelhos medir o nível do ruído. Precisava mesmo, pois não consegui detectar quem foi mais aplaudido. Pra mim deu empate.

Terminada a apresentação do Oeste, Kravitz mostrou um de seus “hits” mais famosos: “Fly Away”. Com ele encerrou o show.

No intervalo do primeiro para o segundo tempo, veio o segundo espetáculo da noite reservado pela NBA: Rihanna. Nascida em Saint Michel, Barbados (Caribe), Rihanna, 23 anos, tem uma saúde invejável. Chamou a atenção mais pelo portento de suas pernas do que pelo repertório exibido.

O que ela cantou? Sinceramente, não sei, pois só vi — não ouvi.

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Rihanna foi o centro das atenções durante o intervalo da partida

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