China criou uma lei que barra jogadores com contrato em vigência em outros países porque eles poderiam deixar o campeonato no meio

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Salário que Kobe Bryant receberia no Shanxi Zhongyu não foi divulgado
O astro norte-americano Kobe Bryant , do Los Angeles Lakers na NBA , acertou nesta sexta-feira um acordo para defender o Shanxi Zhongyu, na Liga Chinesa de Basquete. No entanto, o contrato será encerrado caso a liga norte-americana volte de sua paralisação, além de que o armador precisará torcer contra o fim de uma restrição no país.

Na China, foi criada uma lei que barra os jogadores que ainda tenham contrato em vigência em outros países, como é o caso dos atletas da NBA. A Associação Chinesa de Basquete (CBA) explicou que a medida foi tomada para o caso de voltarem as atividades nos Estados Unidos. "Eles vão abandonar a competição quando voltar a liga norte-americana, o que causaria danos à liga chinesa", declarou a entidade em um comunicado.

Os salários de Bryant não foram divulgados. Além dele, mesmo com a restrição, é possível que Dwight Howard, Steve Nash, Kevin Durant e Pau Gasol se transfiram para a China. No entanto, a CBA não parece estar disposta a liberar a participação dos atletas.

A NBA está locaute, uma espécie de greve às avessas, em função do desacordo trabalhista entre os jogadores e os donos das franquias. Nesta fase, fica proibido pelos chefes das equipes que os atletas sequer utilizem as instalações dos clubes, além de qualquer tipo de relação com qualquer dirigente.

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