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Basquete
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Jogo único divide opiniões dos dois técnicos finalistas da LBF

Antonio Carlos Barbosa, comandante de Ourinhos, não concorda com a fórmula da decisão. Laís Elena, de Santo André, pensa diferente

Luís Araújo, iG São Paulo |

O ginásio Lineu de Moura, em São José dos Campos, foi o palco da final da Liga de Basquete Feminino. Neste domingo, o Santo André bateu o Ourinhos por 65 a 49 e conquistou o título da competição. O fato de o campeonato ser decidido em um único jogo e em quadra neutra dividiu opiniões. Laís Elena e Antonio Carlos Barbosa, treinadores das duas equipes finalistas, têm pensamentos diferentes em relação ao assunto.

“O ideal seria que a final fosse decidida numa série melhor-de-cinco”, disse Barbosa, técnico de Ourinhos. “Você joga na sua casa, joga na casa do seu adversário, e a torcida do time local vê o jogo. Tudo bem que a festa hoje (ontem) foi bonita, mas eu prefiro melhor-de-cinco”.

O experiente treinador ainda afirmou ter absoluta certeza de que Ourinhos teria chances maiores de conquistar o título desta edição da LBF se a fórmula da disputa da final fosse diferente.

“Na decisão num jogo só, há o risco de a equipe mais experiente levar vantagem”, analisou Barbosa, que recordou-se que aconteceu com sua equipe nas semifinais para justificar o seu ponto de vista: “No primeiro jogo contra Americana, perdemos por 62 a 41, mas depois passamos a equilibrar a série. Num jogo só, o time mais consistente leva vantagem”.

Do lado vencedor da decisão, Laís Elena adotou posicionamento contrário em relação ao assunto. A final em jogo único agradou bastante a treinadora de Santo André, que julga que a liga foi um sucesso.

“Se perguntassem minha opinião hoje, falaria que prefiro jogo único”, afirmou Laís. “Eu estou sem opções de troca no banco, a Tayara está com o dedo quebrado. E o jogo único é igual para os dois lados. O que importa é que a torcida do Santo André veio em peso, estão felizes da vida e as meninas também estão muito contentes. O jogo é único é apenas um detalhe”.

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