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Em caso de locaute prolongado, pivô acredita que basquete chinês teria vantagem sobre europeus na tentativa de contratá-lo

Depois de passar por Madri há cerca de um mês, o pivô Dwight Howard está de volta à Espanha como padrinho de um evento que acontece na cidade de Málaga. E, após brincar que usaria o locaute para tentar uma carreira no curling, o jogador falou seriamente sobre a possibilidade de sair dos EUA durante a paralisação da NBA.

Por enquanto, o jogador se preocupa apenas em manter a forma. Mas, com o passar do tempo, ele deverá passar a considerar ofertas internacionais. “Estou treinando por conta própria, fazendo exercícios diários para não perder a forma”, afirmou, em entrevista ao jornal “Marca”. “E, se a situação se alargar, consideraria jogar no exterior”.

O pivô do Orlando Magic, porém, admitiu que não tem condições de fazer uma previsão sobre quantos meses vão ser necessários para que um acordo seja alcançado. “Sinceramente, eu não faço a mínima ideia”, disse. “Espero que esta situação se acerte da melhor forma. E o próximo “All Star Weekend” será em Orlando e gostaria de poder jogá-lo”.

Howard surpreendeu ao falar sobre os possíveis destinos no caso de jogar fora dos EUA. Diferente do que vários jogadores estariam priorizando – e o armador Deron Williams já acertou –, o melhor defensor da última temporada não acredita que a Europa teria vantagem na sua contratação.

“Neste momento, creio que a China tem mais opções do que a Europa”, revelou, sem deixar claro qual opção prefere. “Pensei um pouco nisso, ainda que sem muita profundidade. O grande problema que existe é a questão das possíveis lesões”.

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