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Donos da NBA dizem não para negociação no "All-Star Weekend"

Para Evans, vice-presidente da associação de jogadores, empresários têm medo de negociar redução salarial com grandes astros

Gabriel Fuhrmann, iG São Paulo |

Os donos da NBA disseram não para uma reunião com os jogadores, que ajudaria a decisão sobre uma possível redução salarial para as próximas temporadas.

A conversa iria acontecer durante o “All-Star Weekend”, entre os dias 18 a 20 de fevereiro. No entanto, segundo Maurice Evans, ala-armador do Atlanta Hawks e vice-presidente da NBPA (Associação de Jogadores da NBA), os donos não têm intenção de negociar.

“Eles não querem participar da reunião”, afirmou Evans. “Não conseguimos colocar alguns jogadores e empresários em uma sala para falar sobre o que é importante. Não é importante só para nós. Queremos continuar a liga e não ter que fazer uma greve, é crucial para eles também”.

Os donos da NBA acreditam, no entanto, que este encontro roubaria os holofotes do evento comemorativo, mas este não é o pensamento do vice-presidente da NBPA.

“O problema não é o evento, a questão é que eles têm medo”, disse Maurice. “É fácil falar comigo, com Derek Fisher, Theo Ratliff e outros jogadores da associação. Eles têm medo é de falar com LeBron James, Kobe Bryant, Kevin Garnett, jogadores deste nível. Não dá para mentir para estes caras, olhar nos olhos deles e dizer que precisa diminuir os salários, que o modelo não está funcionando e tudo mais”.

As negociações não estão evoluindo. Os donos enviaram uma proposta em fevereiro passado. No caso, a redução salarial seria em um total de US$ 800 milhões.

“A gente encontrou com eles muitas vezes durante a pré-temporada”, comentou Evans. “Todas as vezes eu sai me perguntando: por que vim até a reunião? Eles sempre dizem pra resolvermos depois. Eu acho que depois é agora, não dá para adiar mais”.

O atual acordo salarial expira em junho. Atetas e empresários discordam em muitos pontos da nova proposta, como o teto salarial e o tempo de duração dos contratos.

Desde o ano passado, quando o novo acordo começou a ser discutido, os jogadores consideram fazer uma greve por causa dos desencontros do novo contrato.

Uma greve similar baseada na mesma discussão sobre salários também aconteceu na temporada 1998/99, que acabou reduzida de 82 para apenas 50 jogos.
 

 

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