Responsável pelas contratações do pivô Amar’e Stoudemire e do ala Carmelo Anthony deixa o cargo após três temporadas

O New York Knicks anunciou nesta sexta-feira que Donnie Walsh não seguirá no cargo de presidente de operações da franquia para a próxima temporada. O dirigente continua sob contrato até o primeiro dia do mês de julho e cumprirá suas funções normalmente até a data.

A franquia tinha até o dia 30 de abril para exercer a opção de extensão automática existente no contrato de Walsh, mas a intenção das duas partes era assinar um novo vínculo. No entanto, o executivo queria total autonomia para tomar decisões dentro da equipe e a exigência impediu o acerto.

“Depois de uma série de discussões sobre o seu futuro no Knicks, nós concordamos que ele deixará a presidência ao fim de junho”, disse o proprietário da equipe, James Dolan, por meio de uma nota oficial.

Em três anos na franquia, o dirigente foi o responsável pela arquitetura de um ambicioso plano de reconstrução do elenco. A estratégia proporcionou a contratação do pivô Amar’e Stoudemire no início desta temporada. Em fevereiro, Walsh realizou a troca que trouxe o ala Carmelo Anthony para Nova York .

“Em um período relativamente pequeno no time, Donnie teve um tremendo impacto que será sentido nos próximos anos”, afirmou Dolan. “Agradecemos por sua liderança, trabalho duro e várias contribuições para a revitalização da equipe”.

As chegadas de Stoudemire e Anthony levaram o Knicks a uma campanha de 42 vitórias e 40 derrotas na temporada regular. No entanto, a equipe foi eliminada pelo Boston Celtics nos playoffs sem vencer nenhum jogo.

A saída de Walsh volta a levantar dúvidas sobre a permanência do treinador Mike D’Antoni. O comandante recebeu um voto de confiança da franquia no final do mês de abril, mas tudo indicava que o executivo, responsável por sua contratação e maior defensor na organização, renovaria seu contrato.

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