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Diana Taurasi reafirma que é inocente e quer jogar Londres-2012

Estrela do basquete norte-americano diz que nem sequer sabia da existência do modafinil antes de ser flagrada no exame anti-doping

iG São Paulo |

A jogadora norte-americana Diana Taurasi segue alegando que não fez nada de errado. A ala, que estava disputando o campeonato turco com o Fenerbahce, foi flagrada no exame anti-doping em dezembro por uso de modafinil, mas disse que só foi saber da existência desta substância após os resultados dos testes.

“Nunca fiz uso de qualquer substância para me ajudar, a única coisa que fiz nesse sentido foi treinar muitos arremessos”, afirmou Taurasi, que responsabiliza o laboratório turco onde as amostras foram colhidas pelo resultado. “Não existe qualquer chance de eu ter tomado alguma coisa”.

Taurasi contou que foi completamente surpreendida pela notícia. Disse que estava em sua casa na Turquia quando recebeu do presidente do Fenerbahce a notícia de que havia sido flagrada no exame anti-doping.

“Nunca tinha ouvido falar disso, nem sequer conseguia pronunciar a palavra”, defende-se a jogador. “Tive que consultar o Google para descobrir os efeitos colaterais que seu uso causava. Nunca tive contato com isso”.

A ex-ala do Fenerbahce é uma das várias atletas que costumam jogar na Europa durante o período em que a temporada da WNBA não está em andamento. Ela pretende participar normalmente da próxima temporada da liga norte-americana, que começa em junho. Defendendo o Phoenix Mercury, foi a cestinha nos quatro últimos anos.

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Diana Taurasi fez parte da conquista dos EUA no Mundial da República Tcheca
Nos seus planos, consta também a disputa dos Jogos Olímpicos de 2012, em Londres. Uma punição de até dois anos pode afastar Taurasi do campeonato, mas ela garante que vai recorrer a qualquer pena.

“Tenho confiança de que a verdade vai aparecer. No final das contas, você pode tentar convencer o mundo inteiro, mas se você sabe que é verdade e que não usou substância alguma para te beneficiar, é o que importa”.

Taurasi, de 28 anos, foi uma das 12 jogadoras comandadas por Geno Auriemma no título mundial conquistado pela seleção dos EUA na República Tcheca, no ano passado.

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