A pivô Damiris, que ajudou a seleção a ficar com o bronze no Chile, foi também a cestinha do torneio

A pivô Damiris terminou o Mundial Sub 19 como a cestinha do torneio
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A pivô Damiris terminou o Mundial Sub 19 como a cestinha do torneio
Peça fundamental na importante conquista da medalha de bronze pela seleção brasileira feminina Sub 19 no Campeonato Mundial da categoria, encerrado neste último domingo em Puerto Montt, no Chile, a pivô Damiris do Amaral, de apenas 19 anos, trouxe na bagagem de volta para casa mais dois feitos consideráveis: ela foi eleita a melhor jogadora do Mundial e também terminou com a principal cestinha da  competição, tendo marcado um total de 188 pontos (média de 20,9 por jogo).

 "Estou muito contente em ser a MVP, a cestinha e ficar na seleção do campeonato. Isso tudo é resultado de muito trabalho, treino, dedicação e vontade de sempre buscar mais", disse Damiris, atleta de 1m90 de altura e que defende o Divino/Jundiaí (SP).

Capitão da seleção, ela teve uma atuação de gala na partida em que o Brasil assegurou a medalha de bronze, ao derrotar a Austrália por 70 a 67. Foram 26 pontos, 13 rebotes, quatro bolas roubadas e dois bloqueios diante das australianas. Damiris jogou os 40 minutos da decisão do terceiro lugar, sem ser substituída em nenhum momento.

"Sempre que eu e as meninas defendemos uma seleção de base ganhamos medalha. A primeira foi o ouro no Sul-Americano Sub17 [Chile, em 2009], depois a prata na Copa América [EUA, em 2010] e agora o bronze no Mundial, novamente no Chile", disse Damiris, que foi convocada pelo técnico Ênio Vecchi para o grupo da seleção adulta que irá disputar o Pré-Olímpico de Neiva (Colômbia), que será realizado em setembro e que classifica uma seleção para os Jogos de Londres , no ano que vem.

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