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Basquete
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CBB economiza com dispensas e astros da NBA descartam volta

Carlos Nunes, presidente da CBB, afirma que entidade pagou o seguro para Tiago Splitter participar do Pré-Olímpico da Argentina

Gazeta |

Os pedidos de dispensa de Nenê Hilário (Denver Nuggets) e Leandrinho Barbosa (Toronto Raptors) da seleção fizeram a CBB (Confederação Brasileira de Basquete) economizar. E em meio à greve da NBA, Thiago Splitter (San Antonio Spurs) e Anderson Varejão (Cleveland Cavaliers), companheiros da dupla nos EUA, descartam a possibilidade de voltar ao Brasil.

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Anderson Varejão, ala-pivô da seleção brasileira
"A minha mentalidade agora, mesmo com a greve, é continuar em San Antonio", afirmou Splitter. "Ainda não sei onde vou treinar depois do período com a seleção, mas minha intenção não é jogar no Brasil nem na Europa. Vou esperar e treinar por conta própria".

Varejão, ainda em recuperação de lesão no tornozelo, segue a mesma linha. "Meu objetivo agora é melhorar", afirmou o ala-pivô. "Estou em fase de tratamento e mantenho contato com o fisioterapeuta do Cleveland. Quanto a jogar na Europa ou no Brasil, meu foco é mesmo o Cleveland".

Nenê e Leandrinho alegaram motivos particulares para pedirem dispensa da seleção brasileira convocada para o Pré-Olímpico da Argentina. Como Varejão, apesar de ter se apresentado normalmente, está lesionado, Splitter será o único atleta da NBA no torneio que oferece duas vagas nos Jogos de Londres-2012.

Com o locaute na liga norte-americana de basquete , a presença dos jogadores em suas respectivas seleções ficou ameaçada em função de um possível aumento no valor dos seguros que as confederações nacionais teriam que pagar. Assim, a CBB economizou com a série de desfalques.

"Com as dispensas do Nenê e do Leandrinho e a situação do Anderson, só tivemos que fazer um seguro", afirmou Carlos Nunes, presidente da CBB. "Como o Tiago é um atleta que está iniciando na NBA, o seguro dele está bem mais em conta, não foi nada exorbitante. Nos casos do Nenê e do Leandrinho, aí sim os valores seriam altos".

O presidente salientou que é uma "economia que não agrada" e garantiu que a entidade pagaria os seguros necessários para contar com Nenê, Leandrinho e Varejão caso o trio tivesse condições de jogo. Nunes lamentou os pedidos de dispensa, mas fez questão de manter as portas abertas.

"É claro que a gente fica frustrado", disse. "As presenças do Nenê e do Leandrinho seriam importantes, mas nós respeitamos os problemas deles. Quero destacar o seguinte: as portas estão sempre abertas para eles. Se na próxima convocação eles forem chamados e se apresentarem, não haverá problema nenhum".

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