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Basquete
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Al Horford, do Atlanta, desembarca no Brasil em agosto próximo

Pivô do Hawks irá visitar sua meia-irmã, que mora no interior de São Paulo. Será o primeiro encontro entre eles

Fábio Sormani, em Los Angeles |

LOS ANGELES – Al Horford, uma das estrelas deste “All-Star Weekend” e astro do Atlanta Hawks, estará no Brasil em agosto próximo. Não, ele não desembarca para jogar e nem para participar de qualquer evento da NBA. Horford estará no Brasil para conhecer sua meia-irmã, Maira Fernanda.

Maira mora em Jacareí, interior de São Paulo. Nasceu em 1996, época em que Tito Horford, pai de Al e Maira, jogou no Brasil. “Falo com ela todos os dias por telefone”, afirmou Tito. “Al também. Ele tem muita vontade de conhecer a irmã. E em agosto próximo vamos realizar este sonho”.

Tito contou-me que Maira também joga basquete. Como ele, Al e Jonathon, mais novo do que Al e que atua no basquete universitário aqui nos EUA. “(Ele) joga em Michigan State”, contou-me Tito. “Tem 2,07m e é muito bom também”.

O basquete faz parte do DNA da família Horford. Por isso Tito quer reservar um futuro para Maira dentro das quadras. “Ela não é muito grande, pois a mãe é baixa, mas ela é muito boa jogadora também”, afirmou. “Por isso, quero trazê-la para cá já neste ano para que ela comece os estudos no ‘high school’ e depois entre em uma universidade”.

Por ter cidadania americana — Tito nasceu na República Dominicana —, ele disse que a filha conseguiria rapidamente o passaporte americano e não teria problemas para estudar e jogar por aqui. “Mas a mãe vai ter que consentir também”, disse Tito.

Horford jogou três temporadas no basquete brasileiro. Em 1994 e 95 atuou pelo Sírio; no ano seguinte, em Suzano.

Em sua primeira temporada no Brasil, Tito desembarcou com a família. Por isso, quando Al desembarcar em nosso país em agosto próximo, não será a primeira vez que estará pisando em terras brasileiras. “Al morou comigo em São Paulo”, disse-me Tito. “Tinha apenas sete anos quando isso aconteceu. Ficou um ano no Brasil”.

Entre palavras trocadas, Tito foi relembrando seus tempos de Sírio e Suzano. “Meu treinador no Sírio era o (Claudio) Mortari e no Suzano era o Mical”, lembrou. Perguntei com quem ele tinha jogado. “Rato, Pipoka, Marcel, Caio, Efigênio, Wanderley”. Mais gente, claro, mas as lembranças não estão todas à sua disposição, pelo menos quando requisitadas, rapidamente.

Pergunto a Tito se ele vai ser reencontrar com esses antigos companheiros e ele me disse que não sabe. Seu tempo, contou-me, será dedicado a estar com Maira Fernanda. Com Maira, Al e quem sabe Jonathon. Seria, disse-me ele, muito bom poder juntar seus três filhos pela primeira vez.

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