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Brasília domina São José e conquista tri do NBB

Time da capital federal lidera de ponta a ponta e escreve em Mogi das Cruzes mais um capítulo da sua hegemonia no basquete nacional

Luís Araújo iG São Paulo | - Atualizada às

Pelo terceiro ano consecutivo, o título do NBB ficou nas mãos do Brasília. O capítulo mais recente da hegemonia do time da capital federal no basquete nacional foi escrito neste sábado, em Mogi das Cruzes com a vitória por 78 a 62 sobre o São José.

Gazeta Press
Jogadores do Brasília posam com a taça do Novo Basquete Brasil


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O Brasília não esteve atrás no marcador em momento algum da partida. A equipe comandada por José Carlos Vidal marcou os dez primeiros pontos do jogo, manteve-se à frente do São José no decorrer da primeira metade e disparou de vez nos dois últimos quartos.

O grande nome da decisão foi o ala-pivô Guilherme Giovannoni, dono de 26 pontos e oito rebotes.Outro atleta com participação fundamental no triunfo do Brasília foi o ala Alex, que registrou um “double-double”: 15 pontos e 11 rebotes. O ala Arthur e o armador Nezinho colaboraram com 16 e 13 pontos, respectivamente.

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AE
Guilherme tenta o arremesso na decisão do Novo Basquete Brasil

Pelos lados de São José, Murilo deixou a quadra com 20 pontos e 14 rebotes. O pivô, no entanto, cometeu cinco erros no jogo. O ala Dedé apareceu com 16 pontos. Já armador Fúlvio não conseguiu repetir as boas atuações de fases anteriores do campeonato: fez nove pontos e errou 11 dos 15 arremessos que tentou.

O jogo

Apesar do ginásio tomado pela torcida adversária, o Brasília dominou a partida no início e rapidamente assumiu o comando do placar ao anotar os dez primeiros pontos do confronto. Do outro lado, nada dava certo para o ataque do São José, tanto que a equipe paulista só foi sair do zero depois de quatro minutos e meio, quando Jefferson acertou um arremesso de três.

Destaques do time durante toda a campanha do NBB, Murilo e Fúlvio foram responsáveis por grande parte dos erros ofensivos do São José. Contudo, Jefferson e Duda evitaram que a distância para o adversário no marcador ficasse mais elástica.

O Brasília terminou o primeiro período ganhando por 18 a 10 e manteve diferença próxima aos dez pontos durante a maior parte do período seguinte. Mas nos dois minutos finais da metade inicial, o São José foi melhor e conseguiu diminuir o prejuízo. No intervalo, apenas quatro pontos separavam os finalistas: o placar era de 33 a 29 para o Brasília.

Os dez minutos de pausa entre as duas metades do confronto esfriaram a reação do São José. Melhor para o Brasília, que aproveitou o mau momento do oponente e voltou a disparar. A vantagem ao final do terceiro quarto era 14 pontos. Neste momento, ouvia-se no ginásio o grito dos torcedores candangos, que estavam em minoria.

Os joseenses ficaram calados. Pareciam não entender o que estava acontecendo com o time em quadra. Como última forma de apoio, cantaram: “Eu acredito”. Não adiantou, pois a equipe do Vale do Paraíba não teve forças para emplacar uma reação e evitar o tricampeonato do Brasília.

Com a situação já resolvida, os últimos 20 segundos do confronto nem sequer foram jogados. Os atletas do Brasília deixaram a bola nas mãos dos árbitros e anteciparam a festa do tricampeonato.

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