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Basquete

17/11 - 15:01

Polêmico, Grego assume presidência da Associação Sul-americana

Sob sua gestão, seleção nunca conseguiu se classificar para Olimpíada e houve vários rachas com os clubes

Gazeta Esportiva

RIO DE JANEIRO - O presidente da Confederação Brasileira de Bastkeball (CBB), Gerasime Grego Bozikis, é o novo presidente da Associação de Basquete Sul-americana (ABASU). O mandato é de 2008 a 2013.

Figura polêmica no cenário nacional, Grego foi eleito por aclamação, na última sexta-feira, em eleição realizada em Assunção, no Paraguai. A votação foi realizada após o Sul-americano Sub-15 Feminino.

Filiada à FIBA Américas e à FIBA, a ABASU é a única responsável pelo controle de atividades da modalidade no continente. A solenidade contou com a presença de presidentes e representantes das Confederações da América do Sul.

"Foi uma honra muito grande ter sido escolhido pelos presidentes das confederações para presidir a ABASU. É um orgulho para o basquete nacional e um reconhecimento pelo trabalho realizado na modalidade no Brasil. Um dos principais objetivos da Associação é fazer com que os dez países membros da Associação participem das competições Sul-americanas", explica Grego.

Titular da CBB há três mandatos, Grego tem colecionado polêmicas durante o período. Sob sua gestão, a seleção brasileira masculina de basquete ainda não se classificou a nenhuma edição dos Jogos Olímpicos e houve vários rachas com os clubes. Em 2005, estes criaram, juntamente com os ex-jogadores Oscar, Hortência e Paula, a Nossa Liga de Basquetebol (NLB) para gerir a própria competição, abandonando tirando alguns times do Nacional da CBB.

Em 2006, o Nacional foi paralisado por liminar da Justiça e permanece até hoje sem vencedor. Já em 2008, os paulistas abandonaram o torneio para participar de outra competição, desta vez organizada pela Associação dos Clubes de Basquete (ACB). Mas antes de tudo isto, o sinal de que alguma coisa não estava bem já havia sido dado no Nacional feminino, quando o BCN/Osasco decidiu abandonar a modalidade por discordar da gestão do torneio.

Apesar das polêmicas, a modalidade tenta se reunificar e desde o final do primeiro semestre a ACB e o CBB têm trabalhado juntas para organizar um Nacional gerido pelos cubes com o aval da Confederação.


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