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Basquete

29/06 - 16:46

Nash defende presença de Leandrinho em jogo de futebol
O armador canadense Steve Nash, do Phoenix Suns, não imaginava que a partida de futebol de caridade que organizou na última quarta-feira, em Nova York, nos Estados Unidos, fosse provocar polêmica no Brasil. Ele condenou as críticas que o ala-armador Leandrinho, seu amigo e companheiro de equipe, recebeu por ter participado do evento mesmo com a lesão no joelho que o levou a pedir dispensa da seleção brasileira de basquete.

Agência Estado

“É realmente uma bobagem criticá-lo por isso. Ele deu um pouco de seu tempo para ajudar crianças carentes. Há uma grande diferença entre jogar em uma partida beneficente de futebol para as crianças e jogar basquete em alto nível por dois meses para a seleção”, disse Nash.

Segundo o canadense, Leandrinho participou no máximo por 20 minutos da partida e médicos do Suns estavam presentes, O jogo, batizado "Showdown in Chinatown" reuniu astros da NBA, como os armadores Jason Kidd e Baron Davis, e do futebol, como o atacante do Barcelona Thierry Henry e o capitão da seleção americana, Claudio Reyna.

Para o astro do Suns, não há problema na pressão dos clubes para tirar seus atletas de competições internacionais. "Sempre queremos jogar pelo nosso país. Mas quem paga nosso salário é a NBA. No futebol é diferente porque é uma grande indústria e as seleções nacionais têm mais poder. Mas não é assim no basquete", argumentou. Ainda de acordo com Nash, o amigo lamentou estar fora da seleção. "Ele é um patriota. Ficou triste. Vive dizendo para mim o quanto sente a falta do Brasil", comentou o canadense.

Leandrinho pediu dispensa da seleção em uma nota oficial enviada à Confederação Brasileira de Basquete (CBB). Ele alegou que teria de ficar em repouso, e por isso não defenderia a equipe no Pré-Olímpico de Atenas, na Grécia, entre 14 e 22 de julho, que distribui três vagas para os Jogos de Pequim. Os outros dois brasileiros que atuam na liga americana, Anderson Varejão e Nenê, também pediram dispensa da seleção. O Brasil não disputa um torneio olímpico de basquete desde o fim da era Oscar, em 1996.

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