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Basquete

14/06 - 18:09

Brasil e Cuba dão última cartada para ir a Pequim
Da última vez, elas levaram a melhor mas neste domingo, a seleção brasileira feminina de basquete espera dar o troco em Cuba no Torneio Pré-olímpico Mundial. A motivação não é apenas o orgulho ferido.

Gazeta Esportiva

O confronto que começa às 14h30 (horário de Brasília), em Madri, define a última para os Jogos Olímpicos de Pequim.

Quarta colocada no ranking mundial, duas vezes medalhista olímpica e quarta no Mundial de 2006, a equipe brasileira tem marcado presença em Olimpíadas desde Barcelona-92. Brasil e Cuba vão para o sufoco porque não conseguiram vencer seus adversários nas quartas-de-final, respectivamente Bielorrússia e Espanha. Com isso, estão na dependência da 'repescagem' do torneio.

"Nós temos um objetivo em comum, que é a vaga olímpica. E isso está nas nossas mãos, não dependemos de ninguém", lembra o técnico Paulo Bassul, que ficou satisfeito com o desempenho do grupo na partida deste sábado contra Angola. O Brasil venceu por 75 a 58 e manteve a chance de lutar pela vaga. Cuba passou pelo Japão com 66 a 58 para seguir na repescagem.

O tropeço brasileiro contra a Bielorrússia não foi o único contratempo no grupo. A equipe também perdeu a ala Iziane, sua principal pontuadora, que se recusou a voltar à quadra após ser substituída e foi cortada por indisciplina.

Mas a seleção promete não se abater. "Nós tivemos a derrota para a Bielorrússia, problemas fora da quadra e hoje jogamos bem. Mostramos que podemos superar as dificuldades para vencer", destaca a ala Micaela.

A posição é a mesma de Bassul, que mantém a confiança no time. "Contra Cuba temos a oportunidade de dar a volta por cima, superar os problemas e devolver a derrota que sofremos para elas no Chile, no ano passado. O jogo é matar ou morrer. Estamos motivados a lutar bastante. Vamos jogar o nosso basquete coletivo com garra e determinação. São onze guerreiras que vão buscar a vaga", avisa.

Na recomposição do time após o abalo com Iziane, o duelo contra Angola foi fundamental. Se não pelo nível técnico das adversárias pela chance de retrabalhar o grupo. "Fizemos um bom primeiro quarto contra Angola, abrindo uma vantagem de 20 pontos (28 a 8). A partir do segundo período só trocamos bola, administrando o placar. Foi bom para revezar todo o time".

Brasil e Cuba têm rivalidade tradicional. São 18 confrontos no histórico oficial com 11 vitórias verde-amarelas. Mas nas últimas vezes o resultado tem se alternado. Com um time reformulado, inclusive com a troca de treinador, Cuba foi superado na semifinal dos Jogos Pan-americanos, mas deu o troco na mesma fase no Torneio Pré-olímpico das Américas no ano passado.

Na competição no Chile, o Brasil era o estreante na formação. Além do técnico novo, a equipe também havia perdido toda sua base titular, inclusive a ala Janeth, aposentada após o Pan do Rio.

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