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Gazeta |

A oitava etapa do Rali Dakar, disputada na segunda-feira (9), terminou com polêmica. O ex-líder nas motos, Cyril Despres, perdeu cerca de oito minutos atolado em um lamaçal durante a especial entre as cidades chilenas de Copiapó e Antofagasta, mas foi beneficiado pela organização que anulou o tempo desperdiçado. A decisão foi desaprovada pelo seu principal rival na disputa, o espanhol Marc Coma.

Leia também: Coma vence oitava etapa e supera Despres na classificação geral

Coma estabeleceu uma vantagem de mais de 17 minutos ao vencer a oitava etapa, o que lhe rendeu a liderança nas motos com quase dez minutos à frente de Despres no quadro geral. No entanto, a larga vantagem do espanhol perante o francês durou pouco tempo, pois a organização do Dakar resolver devolver os 8min6s perdidos por Despres. Mesmo após a polêmica decisão, Coma continuou no topo da classificação referente às motos, porém a vantagem agora é de apenas 1min26s.

"É difícil entender a decisão que eles tomaram hoje. O rali sempre premiou quem supera as dificuldades encontradas, e nesse caso, frente à dificuldade, devolveram o tempo aos primeiros pilotos e a mim, eles dizem que não podem me dar tempo porque eu passei bem. É ir contra o espírito do rali", desabafou Coma ao site argentino Corsa.

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Outros pilotos que tiveram dificuldade de passar pelo mesmo trecho de lama e ficaram atolados foram beneficiados. O luso Paulo Gonçalves foi um deles e recebeu de volta os 9min34s perdidos. O português também se envolveu em uma polêmica com Despres. Os dois estiveram atolados no mesmo trecho e foi Gonçalves quem ajudou o francês a se livrar da lama, no entanto o auxílio não foi retribuído.

Depois da decisão do Dakar, surgiram rumores de que Marc Coma abandonaria a prova em protesto ao ocorrido, porém o piloto continua na disputa. A nona etapa, desta terça-feira (10), será entre as cidades de Autofagasta e Iquique.

Leia tudo sobre: RaliDakarCyril DespresMarc Coma

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