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Técnico e mecânico discordam a respeito de lesão de Bia Figueiredo

Treinador acredita que contusão limitará o desempenho da piloto. Chefe da equipe destaca força da brasileira

Lucas Pastore, iG São Paulo |

Divulgação
Com proteção na mão direita, Bia Figueiredo treina em São Paulo
O fato da São Paulo Indy 300 ser disputada em uma pista de rua preocupa Nailor Borges Campos, o “Nô”, técnico que deu início à carreira da brasileira Bia Figueiredo no kart e desde então acompanha a piloto. Para o treinador, as irregularidades do circuito do Anhembi podem ser danosas ao braço direito de Bia, lesionado na primeira corrida da temporada, em St. Petersburg.

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“Por ser uma pista de rua, o carro balança mais, e o braço dela ainda está um pouco frágil”, contou Nô, em entrevista ao iG. Esta será a segunda corrida de Bia Figueiredo desde que ela voltou às pistas após a lesão no braço. Segundo o técnico, a brasileira ainda não está completamente recuperada, mas negou que vá para o sacrifício apenas por correr “em casa”.

“Na corrida, ela vai estar 95%. Se fosse fora do Brasil, seria até melhor para ela, porque ela está até um pouco preocupada por correr aqui”, disse o treinador, afirmando que, se a corrida fosse na semana passada, a participação de Bia estaria ameaçada. “Ela até poderia correr. Mas a chance seria de 50%”, concluiu.

A opinião de Nô não é compartilhada por Chris Hoguy, chefe da equipe que gerencia o carro de Bia Figueiredo. Para o mecânico, a brasileira encontraria forças mesmo para correr no último domingo. “Ela estava ansiosa para este fim de semana, por ser especial correr no Brasil, e ela é uma mulher muito forte. Acho que deve doer, mas ela não se queixou sobre isso”, contou o mecânico.
 

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