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Automobilismo
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Kanaan descarta problemas no Sambódromo e aceita ondulações

Piloto brasileiro passou pelo circuito e disse que problemas na pista já estão resolvidos

Gazeta |

O circuito de rua armado na região do Sambódromo recebeu a Fórmula Indy pela primeira vez no ano passado. Após sofrer com falta de aderência na passarela do samba, ondulações no asfalto e acúmulo de água em alguns trechos do trajeto, o brasileiro Tony Kanaan descarta a repetição dos mesmos problemas na segunda edição da prova, no domingo.

Assim que desembarcou em São Paulo, o piloto da KV seguiu direto do aeroporto para a região do circuito e, no caminho para sua casa, passou pelo percurso da corrida, com exceção do Sambódromo. O piso do local já foi lixado para aumentar a aderência e evitar o festival de derrapagens de 2010.

"A questão do Sambódromo já foi resolvida, então com certeza não vamos ter problema nenhum. O concreto sempre é menos aderente que o asfalto e, quando você mistura os dois, fica com dois parâmetros. Mas acho que isso faz parte da emoção da corrida. Em 2010, já deu para acelerar tudo neste trecho", afirmou.

No ano passado, a prova foi realizada no dia 14 de março e uma chuva intensa na região do circuito provocou a paralisação da disputa durante alguns minutos. A energia elétrica, inclusive, chegou a cair no local. A menos de uma semana da corrida, a questão climática não é motivo de preocupação para Kanaan. "Bem vindo a São Paulo", disse o piloto, sorrindo, quando lembrado da chuva do ano passado. "Para mim, tanto faz. Eu prefiro que não chova por causa do público, do pessoal que vai assistir, pela emoção de estar um dia bonito de sol. Mas, se chover, não tem problema", declarou.

A prova do ano passado também ficou marcada por algumas ondulações nos trechos de rua do trajeto. Ao examinar o percurso, Tony Kanaan notou que as imperfeições no asfalto diminuíram, mas ainda estão presentes, em um nível que o piloto da KV considera normal.

"Está bem menos ondulado. É claro que um circuito de rua sempre vai ser ondulado. Aqui, você asfalta e tem que deixar os caminhões passarem no dia seguinte, porque não tem como fechar a Marginal. Com certeza, está mais ondulado que em outros lugares, mas faz parte. É por isso que os circuitos de rua são tão emocionantes", afirmou.

Apesar dos imprevistos de 2010, Kanaan garante que os estrangeiros não torcem o nariz para a etapa brasileira. "O pessoal adora competir aqui. O que mais impressionou eles é o bairrismo da torcida. Lá fora, os torcedores apoiam pilotos de diferentes nacionalidades. Aqui, se não for brasileiro não vão torcer por você", contou.

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