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Automobilismo
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Bia aposta em conhecimento da pista para brilhar em São Paulo

Brasileira foi 13ª colocada no Anhembi em 2010 e está mais confiante por melhora nas condições da pista

Gazeta |

Divulgação
Bia Figueiredo confiante em boa corrida no Brasil
A piloto brasileira Bia Figueiredo estreou na Fórmula Indy no Grande Prêmio de São Paulo de 2010, ano em que disputou quatro provas na categoria pela equipe Dreyer & Reinbold. Um ano depois, agora como titular do time, ela se prepara para a corrida paulista, quarta da atual temporada, e aposta na chance de pela primeira vez correr em um circuito já conhecido na categoria para poder melhorar seu desempenho em relação ao ano passado, quando foi a 13ª, obtendo seu melhor resultado até hoje na Indy.

Além de São Paulo, Bia disputou em 2010 as 500 milhas de Indianápolis, o Grande Prêmio de Chicago e o de Miami, última prova da temporada. Em 2011, ela correu a prova inaugural do Mundial, em Saint Petersburg, ficou fora da corrida no Alabama para se recuperar de uma cirurgia na mão, e voltou às pistas em Long Beach em 17 de abril.

"Eu já tenho mais cinco ou seis corridas de experiência na Indy e isso vai ser importante para chegar aqui em São Paulo. Conheço a pista também, vai ser a primeira vez que corro em um circuito que já corri na Indy antes e essa experiência vai ajudar com certeza", diz Bia, conhecida nos Estados Unidos como Ana Beatriz. "A corrida em casa sempre tem a família, os amigos. Estou confiante que vai ser um bom final de semana e vai ser uma festa muito grande", completa.

Além da experiência adquirida na Indy e o conhecimento do circuito de rua paulistano, montado na região do Anhembi, Bia também comemora as providências adotadas pela organização da prova para evitar que a Reta do Sambódromo seja novamente um problema. No ano passado, o piso era escorregadio e oferecia perigo aos pilotos.

"Eles pintaram o chão no ano passado, parecia gelo de tanto que escorregava. Até brinquei esse ano perguntando se iam encerar o Sambódromo de novo, mas eles já rasparam o piso para dar aderência ao pneu", explica a brasileira. "É diferente do asfalto, mas como é em uma reta a gente quase não sente diferença. Se fosse esse piso em uma curva, a influência ia ser maior", afirma.

Apesar do otimismo para o Grande Prêmio de São Paulo da Fórmula Indy, a piloto brasileira chega à corrida com problemas. Durante a primeira prova do ano em Saint Petersburg, Bia colidiu com o carro de Graham Rahal e fraturou um osso da mão direita. Ela completou a corrida na 14ª colocação, mas posteriormente foi submetida a uma cirurgia e ainda se recupera.

Por conta disso, perdeu o Grande Prêmio do Alabama, segunda corrida do ano, e usa uma tala na mão. Na corrida de Long Beach, em abril, voltou às pistas, usando um bracelete de carbono sobre a luva, o que será repetido neste domingo em São Paulo.

"Acho que ainda estou uns 70%, espero chegar perto dos 100% até o final de semana. Estou fazendo bastante fisioterapia, mas não dá para ter certeza como vai estar até sentar no carro. O bracelete me atrapalha um pouquinho, mas pelo menos não deixa eu fazer alguns movimentos que me dão dor e podem até prejudicar a fatura", diz Bia, que traça como meta para sua primeira temporada completa na Indy terminar o Mundial nas 15 primeiras colocações.

Outro objetivo em 2011 é brigar para ser melhor estreante do ano. Entre seus concorrentes pelo posto estão pilotos de equipes fortes da categoria como JR Hildebrand (Panther), James Hinchcliffe (Newman/Haas) e Charlie Kimball (Chip Ganassi).

"É difícil dizer. Na briga pelo estreante do ano tem pilotos em equipes muito boas, então vai ser um campeonato de estreantes muito difícil para mim também, mas vamos ver. Vamos fazer as coisas direitinho e quem sabe a gente não ganha esse campeonato também", projeta a brasileira, atualmente na 26ª colocação do Mundial.

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