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Australiano se disse fã da prova, mas alertou para o desgaste que os pilotos sofrem na corrida

Piloto da Red Bull, Mark Webber elogiou o Grande Prêmio de Cingapura, dizendo que se trata de uma das corridas mais espetaculares do calendário – a edição deste ano será disputada no domingo (25), às 9h (de Brasília). Porém, na opinião do australiano, a demanda física da prova faz com que ela seja uma das mais difíceis da temporada.

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“A corrida dura duas horas, é uma volta longa em um traçado muito exigente e muito repetitivo, com muitas curvas de 90 graus e frenagem pesada. O solo é irregular, o que torna o cockpit desconfortável e exige um nível de concentração muito alto. Além de tudo isso, é incrivelmente quente e úmido, mesmo quando dirigimos à noite”, disse Webber, por meio de sua coluna no site da televisão britânica BBC .

De acordo com o australiano, o calor é uma das maiores dificuldades dos pilotos durante a corrida.

“Estamos usando três camadas de roupas à prova de fogo. Não há ventilação no cockpit – apesar de ser aberto, o ar é direcionado ao redor do piloto. Com um motor atrás de nós e radiadores dos nossos dois lados, as temperaturas chegam a passar de 50º. Em uma corrida não há pausa, a temperatura corporal chega a 40º e seu coração bate mais de 170 vezes por minuto”, relatou Webber.

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