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Troféus do GP Brasil de F1 serão feitos com rochas do pré-sal

Artista plástico responsável, Paulo Soláriz crê que o vencedor terá em mãos a peça mais cara do mundo

Gazeta |

Os quatro troféus do Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1, marcado para o dia 27 de novembro, serão feitos com rochas retiradas do pré-sal, na bacia de Santos. Elas foram extraídas a cerca de 5 mil metros de profundidade no oceano e cedidas pelo Centro de Pesquisas da Petrobras, responsável pelos estudos das áreas de extração de petróleo.

Veja também: Troféus do GP do Brasil farão turnê pelo país antes da prova

O responsável pelo projeto dos troféus será o artista plástico Paulo Soláriz, que se disse emocionado por poder trabalhar com as rochas. Do tamanho aproximado de um punho, elas estarão incrustadas em uma base de metal.

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"O principal elemento obviamente é a rocha, que vai estar junto com as linhas e todo o trabalho de design. O valor dela é muito grande e a pessoa que vai receber terá o troféu mais caro do mundo", afirmou Soláriz.

Antes de serem entregues no pódio em Interlagos, os troféus ficarão em exposição para o público, entre os dias 14 e 26 de novembro. Em São Paulo, os pontos de exposição são no Shopping Eldorado e no Aeroporto de Congonhas. No Rio de Janeiro, no New York City Center. Em Brasília, no Aeroporto Juscelino Kubitschek.

"Você tocar numa peça dessas, saber que estavam tão profundas e pela idade de 120 milhões de anos, é uma coisa que chega a emocionar", disse o artista plástico. "Quando fiquei sabendo que esse troféu levaria essas rochas do pré-sal, o projeto tomou um outro vulto em termos de importância", explicou.

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