Publicidade
Publicidade - Super banner
Automobilismo
enhanced by Google
 

Schumacher ainda tem muito crédito na F1, diz Peter Sauber

Chefe de equipe foi um dos responsáveis pela estreia do alemão em 1991

Gazeta |

Peter Sauber afirmou que Michael Schumacher merece um pouco mais de crédito mesmo em seu atual momento da carreira. O chefe de equipe da Sauber, que bancou a primeira oportunidade do heptacampeão na Fórmula 1, há 20 anos, crê que o piloto alemão precisa de mais tempo para lidar com as diferentes circunstâncias que encarou em seu retorno - ele voltou às pistas no início de 2010.

Siga o iG Automobilismo no Twitter

Schumacher completa seu 20º aniversário da estreia como piloto de F1 no GP da Bélgica. Depois do retorno, Sauber acredita que o alemão vem tendo dificuldades de adaptação, mas também afirmou que ele lida bem com os problemas.

O dirigente revelou que a estreia do piloto de 42 anos na F1 foi motivada pelo pagamento de uma taxa de 150 mil libras (à época) para que Schumi pudesse pilotar - fator que o piloto só tomou conhecimento em 2006, perto de sua aposentadoria. Sauber admitiu ter ficado surpreso com o retorno de Michael, mas afirmou que a decisão foi muito boa para o esporte.

"Os motivos pelo seu retorno à F1 não são da nossa conta. Mas ainda hoje eu digo que ele ainda merece crédito na categoria mesmo que não brigue por vitórias. Ainda vejo ele com qualidade e tranquilo. Minha impressão é que ele está lidando muito bem com uma situação que não é nada fácil", elogiou Sauber, em entrevista à agência de notícias alemã SID.

O dirigente minimizou o fato de ter facilitado a entrada de Schumacher em 1991, e revelou ter sido presenteado com um capacete depois de falar para o alemão as condições de sua entrada na F1, durante o GP do Brasil de 2006 - última prova do Mundial daquele ano.

"O sucesso tem muitos pais, já o fracasso te deixa órfão", bradou Peter. "No entanto, normalmente eu sou perguntado sobre aquela prova em Spa, sobre como foi exatamente a primeira corrida de Michael pela Jordan. Ele, Heinz-Harald Frentzen e Karl Wendlinger foram de nossa equipe júnior, e o plano era a Sauber entrar junto à Mercedes em 1993. Então seria normal que eu facilitasse a entrada de Michael", relatou.

"Ele ficou claramente surpreso quando soube das circunstâncias. Depois, ele me deu o seu capacete. Eu não poderia esperar mais gratidão. Ele fez as coisas à sua maneira durante a sua carreira sendo rápido", sentenciou.

Leia tudo sobre: F1Michael SchumacherMercedesPeter SauberSauber

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG