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Relembre a trajetória de Senna no ano do tricampeonato

No especial de 20 anos do tri de Senna na F1, o iG conta como foram os GPs que não fazem mais parte do calendário da categoria

iG São Paulo |

Getty Images
Ayrton Senna durante o final de semana do GP de San Marino de 1991
Desde o começo deste Mundial de Fórmula 1, o iG Automobilismo conta, nas semanas dos GPs, a história de cada corrida na campanha do tricampeonato de Ayrton Senna. Como o Grande Prêmio de Cingapura não era parte do calendário de 1991, o especial de 20 anos do último título brasileiro na F1 aproveita para falar um pouco sobre cada GP que aconteceu naquele ano, mas que não está na temporada atual – EUA, San Marino, México, França e Portugal. Além disso, prepara o terreno para a próxima corrida, o GP do Japão, onde o piloto brasileiro conquistou o tricampeonato.

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No início do Mundial de 1991, Senna venceu os GPs dos EUA, do Brasil, de San Marino e de Mônaco e estabeleceu uma grande vantagem no começo de temporada. Na quinta etapa, no Canadá, o piloto da McLaren abandonou pela primeira vez no ano.

Em seguida, ele ainda ficou em terceiro nas corridas de México e França e, no restante da temporada europeia, dividiu vitórias com Nigel Mansell. A seguir, acompanhe como foram os Grandes Prêmios dos Estados Unidos, de San Marino, do México, da França e de Portugal em 1991.

Confira como foi o GP dos Estados Unidos
O Grande Prêmio dos Estados Unidos abriu a temporada de 1991 e foi palco da primeira de uma sequência de quatro vitórias com pole positions do piloto brasileiro. Senna chegou em Phoenix, Arizona, mostrando que seria difícil tirar o tricampeonato de suas mãos. Com sua McLaren, fez a pole position no sábado, seguido no grid por Alain Prost, da Ferrari, e Riccardo Patrese, da Williams.

No domingo, Senna confirmou o favoritismo e dominou a prova do início ao fim. Foram os primeiros 10 pontos dos 96 que o piloto viria a conquistar.

Confira como foi o GP de San Marino
Além de ter conseguido a terceira pole position consecutiva e chegado com o favoritismo de dois triunfos na bagagem (EUA e Brasil), a vitória de Senna foi muito facilitada nesta terceira etapa da temporada. Antes mesmo da largada, Alain Prost não conseguiu controlar sua Ferrari na pista molhada e, na volta de apresentação, se perdeu em uma curva. O acidente custou a corrida do francês, terceiro no grid.

A sorte de Senna não parou por aí. A maioria de seus concorrentes diretos pelo título também abandonaram a chuvosa prova em Ímola. Exemplo de Nigel Mansell, outro que saiu sem sequer completar um giro. O britânico recebeu um toque na traseira de sua Williams e rodou na primeira volta. Mais adiante, Nelson Piquet, da Benneton, Jean Alesi, da Ferrari, e Riccardo Patrese, que havia tomado a liderança de Senna na largada, abandonaram a corrida italiana. Méritos para o brasileiro da McLaren, que segurou a pressão de seu parceiro, Gerhard Berger, e somou 30 pontos no Mundial de Pilotos.

Veja também como foram as provas em Mônaco e no Canadá

Confira como foi o GP do México
Depois de abandonar o GP anterior, no Canadá (vencido por Piquet), Senna foi para o México, 6ª etapa do calendário, e presenciou um domínio incrível da Williams. O brasileiro era líder do Mundial de Pilotos com ampla folga, haja vista sua disparada nas primeiras provas. Entretanto, sua McLaren não conseguiu acompanhar o ritmo da escuderia rival e Patrese foi pole seguido de seu parceiro, Mansell.

Na corrida não foi diferente. Os dois rivais do tricampeão duelaram entre si e o brasileiro não conseguiu alcançá-los. Patrese manteve a primeira colocação e seu companheiro carimbou a dobradinha. Quase um minuto depois, Senna chegava para completar o pódio.


Confira como foi o GP da França
Uma corrida depois, no GP da França, Senna novamente foi terceiro colocado no grid e terceiro no pódio. E de novo viu um piloto da Williams triunfar. Pior do que isso. Mansell, que largou em quarto e venceu a corrida em Magny-Cours, começava ali uma sequência de três vitórias ameaçadoras para o título do brasileiro.

Veja também como foram as provas na Inglaterra, na Alemanha, na Hungria e na Bélgica

Confira como foi o GP de Portugal
Por uma falha dos mecânicos da Williams, Nigel Mansell praticamente se despediu do título de 1991 no GP de Portugal. O britânico se aproveitou do jogo de equipe de sua escuderia e, depois de largar em quarto, assumiu a liderança para tentar diminuir os 18 pontos de vantagem impostos pelo piloto da McLaren no Mundial.

Entretanto, quando já liderava a prova, foi atrapalhado por um erro de pit stop de sua equipe. Os mecânicos não encaixaram o pneu traseiro direito de maneira correta. Na saída do pit lane, Mansell perdeu o composto e ficou sobre três rodas. Os integrantes da escuderia corrigiram o erro de maneira improvisada e o piloto voltou na 17ª posição. Mais adiante, o oponente de Senna foi desclassificado pela direção da prova por conta da Williams ter agido de maneira irregular. O brasileiro concluiu o GP português em segundo e deu um passo muito grande para a conquista do último título de seu país na F1.

Veja também como foi a prova na Espanha
 

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