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Automobilismo
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Para Razia, pilotos terão de fazer três paradas na Turquia

Brasileiro analisou o desgaste dos pneus, e questionou o local escolhido para uso da asa traseira móvel

iG São Paulo |

O circuito de Istambul Park é uma das cinco pistas do calendário com o traçado anti-horário, ao lado de Interlagos (Brasil), Cingapura, Coréia e Abu Dhabi, e possui uma das mais difíceis curvas do calendário, a oitava do circuito, apelidada como "Diabólica", em referência à Curva Parabólica de Monza. Piloto da testes da Team Lotus, o brasileiro Luiz Razia analisou o cenário que seus companheiros terão pela frente neste domingo (8).

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"Acho que a pista será muito dura para o pneu dianteiro direito, pelo fato da curva oito chegar quase a 5G de força centrífuga, e por mais de cinco segundos. As equipes estarão de olho nesse fator desde o começo do fim de semana", falou Razia, em relação ao alto nível de degradação que ocorrerá na pista.

O piloto falou sobre as estratégias que as equipes podem adotar para conseguir um bom resultado Istambul. "Três paradas é aquilo que penso que irá acontecer, mas acredito que não será uma má ideia se alguma equipe quiser arriscar fazer o Q3 com pneus duros, sabendo que não vai brigar pela pole, e colocar três pneus moles durante a corrida, dada a obrigatoriedade do uso dos dois compostos. Vale lembrar que o tempo de pit stop na Turquia nao é tao crucial", opinou.

Razia ainda acrescentou sua visão sobre o impacto da asa traseira móvel e do KERS em Istambul. "A asa móvel foi autorizada para ser usada na reta oposta, não na reta principal, como eu imaginava. É muito longa e existe uma curva feita 'flat', com o pé embaixo no acelerador, o que não achei ideal. Já o KERS será muito importante na parte de baixa da pista", finalizou o brasileiro.

Leia tudo sobre: Luiz RaziaTeam LotusGP da Turquia

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