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Para Petrov, presença de Senna na equipe não muda muita coisa

Em entrevista exclusiva ao iG, piloto russo mostra indiferença com relação a quem será seu companheiro na Lotus Renault em 2012

Lucas Pastore e Rodrigo Vieira, iG São Paulo |

Dentre todas as equipes do grid, a Lotus Renault é a que parece ter a situação mais indefinida para 2012. Bruno Senna virou titular da equipe há quatro provas. Romain Grosjean, campeão da GP2, também pinta como candidato para o ano que vem. Além dos dois, a escuderia espera ainda por Robert Kubica, que se recupera da grave lesão sofrida em fevereiro, durante uma disputa de rali na Itália. Dentre todos os candidatos, um está em melhor posição: Vitaly Petrov.

Veja também: Lotus Renault pretende conversar com Robert Kubica nesta semana

Em entrevista exclusiva concedida ao iG por telefone direto do Japão, o russo mostrou tranquilidade com relação aos rumores e afirmou que não tem dúvidas de que seu contrato para o próximo ano será cumprido. Além disso, disse que não tem nenhuma preferência por quem será seu companheiro de equipe.

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No que diz respeito à atual temporada, Petrov afirmou que a chance da Renault repetir o pódio que ele conquistou no GP da Austrália é muito pequena e disse também que a chegada de Bruno Senna ao time mudou pouca coisa. Confira o bate papo exclusivo a seguir.

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iG: Há muitos rumores a respeito da dupla de pilotos da Lotus Renault para o ano que vem: Robert Kubica, Bruno Senna e Romain Grosjean são candidatos a uma vaga na equipe. Você acha que essa competição é boa para a equipe?

Vitaly Petrov: Bem, eu tenho contrato para 2012, então sei que vou ficar na equipe. Não sei quem será o outro piloto e, é claro, é uma decisão que cabe à equipe. Espero que eles tomem a decisão o mais cedo possível. Para mim, não vai mudar muita coisa.

iG: Você tem alguma preferência com relação ao seu companheiro? Se você fosse o chefe da equipe, qual seria sua escalação para 2012?

Vitaly Petrov: Para ser honesto, eu não sei. Acho que não tenho dom para ser chefe de equipe (risos).

iG: A chegada do Bruno Senna mudou alguma coisa na equipe?

Vitaly Petrov: Acho que não há nada para ser mudado. Tudo continua da mesma maneira como era antes. Claro que a mudança de um piloto causa um impacto, mas tudo continua da mesma maneira como era antes.

iG: Como é sua relação com ele?

Vitaly Petrov: É boa. Nós conversamos, viajamos juntos, falamos sobre várias coisas.

iG: É diferente da relação que você tinha com Nick Heidfeld?

Vitaly Petrov: Não, é basicamente a mesma coisa.

Getty Images
O russo diz não ter preferência em relação a quem será seu companheiro de equipe na próxima temporada

iG: Você esteve em contato com o Kubica nos últimos meses? Ficaria feliz se ele pudesse ser seu companheiro de equipe em 2012?

Vitaly Petrov: No momento, não estou em contato com ele. Claro que eu torço para ele se recuperar do acidente e voltar à velha forma, mas para mim meu parceiro de equipe para 2012 não muda muita coisa.

iG: Quais são suas metas para o resto desta temporada? É possível colocar a Lotus Renault na frente da Mercedes de novo no Mundial de Construtores?

Vitaly Petrov: Acho que seria muito difícil, porque no momento eles são mais fortes. Em relação à temporada, precisamos marcar pontos para terminar o ano da melhor maneira possível.

iG: Você acha que é possível terminar uma corrida no pódio novamente?

Vitaly Petrov: É muito difícil. Eu gostaria de terminar mais uma corrida no pódio, é claro, mas temos de estabelecer metas de acordo com o momento, e no momento nosso carro não é forte o bastante para conseguir um pódio.
 

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