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Automobilismo
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Organizadores acreditam na continuidade do GP da Turquia na F1

Governo turco pretende renegociar a taxa de mais de R$ 40 milhões imposta por Bernie Ecclestone

iG São Paulo |

Os organizadores do Grande Prêmio da Turquia acreditam que o país poderá seguir no calendário da Fórmula 1 mesmo com o encerramento do contrato do circuito com a F1, o que acontece no fim deste ano. O maior entrave para a negociação é o alto valor imposto pela FIA para a continuação do evento. Para o governo turco, a taxa de US$ 26,5 milhões (aproximadamente R$ 41,6 milhões), proposto por Bernie Ecclestone, é inviável.

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Lewis Hamilton, da McLaren, comemora após vencer o Grande Prêmio da Turquia de 2010
Mas os organizadores esperam que as negociações continuem e que um acordo seja feito. Murat Yalcintas, presidente da Câmara de Comércio de Istambul, disse ao site Autosport que nenhuma decisão final foi tomada ainda. "Este ano será um ponto chave no futuro da corrida", explicou. "De acordo com os resultados dessas discussões, o GP da Turquia pode ou não continuar”.

"Os dois lados não declararam qualquer opinião oficial. A única coisa que podemos dizer é que o Sr. Ecclestone insiste em um acordo de US$ 26,5 milhões por ano, e o governo turco não avaliou de forma positiva esta proposta."

Quando questionado em quanto tempo ele espera que uma decisão seja tomada, Yalcintas disse: "É realmente impossível dar uma data certa, porque ultimamente o calendário da F1 tem sido anunciado em datas diferentes pela FOM".

"Estimamos que será oficialmente declarado entre agosto e setembro de 2011. Assim, tendo em conta os problemas atuais relacionados ao Bahrein, as discussões podem durar até o meio do ano", seguiu o político.

Yalcintas alegou que havia benefícios financeiros provenientes da Turquia segurando a corrida, mas disse que a economia do país não era dependente disso.

"A Turquia tem assistido a muitos eventos globais nos últimos 30 anos, e um deles é a F1. Estamos cientes do fato de que a continuidade de tais eventos é mais importante do que a adição de novos. Quanto ao comércio local, a categoria atrai a maioria dos nossos vizinhos, como Grécia, Bulgária e outros países europeus. Mas é difícil dizer que há uma economia da F1".

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