Adam Parr, que pediu demissão da diretoria da escuderia inglesa, era contra o Pacto de Concórdia

A saída inesperada de Adam Parr da presidência da Williams ainda não foi explicada. Contudo, especulações já circulam na imprensa europeia. Segundo o jornal britânico The Telegraph , Bernie Ecclestone estaria envolvido no pedido de demissão.

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A publicação informou que Parr teria sido vítima de um "jogo de poder", em virtude de sua declarada oposição a Ecclestone com relação ao novo Pacto de Concórdia, acordo comercial que rege as relações entre as equipes de Fórmula 1 . Adam Parr era considerado o principal nome para substituir Frank Williams, dono da escuderia. O empresário estava há cinco anos na equipe e tinha a total confiança de seu chefe. Para seu lugar foi nomeado Nick Rose.

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Ainda segundo o jornal, Ecclestone discordava da troca na direção-técnica da equipe feita por Parr, que dispensou Sam Michael do cargo para Mike Coughlan ocupá-lo. Um dos objetivos de Parr para esta temporada era recuperar o time de Grove da temporada passada, em que a equipe somou apenas cinco pontos em todo o campeonato.

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