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Lotus Renault mostra que contratos não seguram pilotos na F1

Equipe dispensou recentemente Heidfeld e Petrov e pode fazer o mesmo com Raikkonen ou Grosjean quando Kubica voltar

iG São Paulo |

Neste ano, a Lotus Renault foi a prova de que um piloto com contrato não está necessariamente garantido na equipe. Após dispensar Nick Heidfeld e contratar Bruno Senna, a escuderia rompeu o contrato que tinha com Vitaly Petrov e contratou Kimi Raikkonen e Romain Grosjean, deixando o brasileiro e o russo com futuro indefinido.

Veja também: Lotus Renault anuncia a contratação de Romain Grosjean para 2012

Em entrevista exclusiva concedida ao iG em outubro, Petrov afirmou que tinha contrato para 2012 e que não estava preocupado com o mercado. Mas a Lotus Renault preferiu arcar com sua rescisão para contratar Raikkonen e Grosjean.

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Sem vaga na equipe para a próxima temporada, Bruno Senna também se beneficiou de situação parecida, já que assumiu a vaga de titular após a demissão de Heidfeld. Na época, a escuderia alegou estar insatisfeita com o desempenho do alemão, que, em 11 corridas, marcou 34 pontos, contra 37 de Petrov em toda a temporada.

Beneficiados pela situação, Raikkonen e Grosjean podem sofrer com situação parecida na próxima temporada. Isso porque a Lotus Renault ainda espera o retorno de Robert Kubica, que, se reunir as condições físicas adequadas, pode acabar assumindo o posto de titular.

Raikkonen, aliás, já passou por experiência semelhante. O finlandês deixou a Fórmula 1 no fim da temporada 2009, quando a Ferrari resolveu rescindir seu contrato, que era válido até dezembro de 2010.

Curiosamente, Petrov, que acaba de ter seu vínculo quebrado, apostará em situação semelhante para conseguir uma vaga para 2012. O russo agora aposta suas fichas em um assento na Virgin, que, a princípio, já confirmou Timo Glock e Charles Pic para 2012.

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