Instabilidade política coloca a prova em risco pelo segundo ano consecutivo

Apesar da resistência de Bernie Ecclestone, dirigente máximo da Fórmula 1 , em admitir o cancelamento do GP do Bahrein pelo segundo ano consecutivo, a violência predominante no país pode impossibilitar a realização da prova no circuito de Sakhir. As informações são do jornal britânico The Guardian .

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Nesta segunda-feira (14), manifestantes saíram às ruas no Bahrein para protestar na véspera do aniversário de um ano do chamado "Dia de Fúria". A manifestação foi reprimida com violência. Problemas como este preocupam os organizadores da F1 e ameaçam a realização do GP do Bahrein, marcado para o dia 22 de abril.

"A cúpula da Fórmula 1 está se mantendo longe porque não quer ser parte da crescente pressão e especulação", afirmou o jornalista Paul Weaver. "O trânsito ficou parado na avenida principal da capital e havia latas de gás lacrimogênio, balas de borracha e pedras espalhadas pelas ruas".

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Ano passado, a mesma situação de instabilidade política fez com que os dirigentes do campeonato optassem pelo cancelamento da corrida. Na ocasião, o GP do Bahrein iria abrigar a abertura da temporada, transferida para Melbourne, na Austrália.

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