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Funcionária da Pirelli reclama de machismo na Fórmula 1

Desde 2004 no automobilismo, Tina Vajanszki gostaria de ver mais mulheres bem sucedidas na categoria

Lucas Pastore, iG São Paulo |

Caminhando pelo paddock do Grande Prêmio do Brasil, é comum ver mulheres com os uniformes de todas as escuderias da Fórmula 1. A maioria, no entanto, trabalha com funções que não estão ligadas ao carro, fora das garagens das equipes. Uma das raras exceções está no box da Pirelli, onde Tina Vajanszki ajuda a preparar os pneus ao longo do fim de semana.

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Nascida na Inglaterra, Vajanszki já trabalha com automobilismo há sete anos – ao iG, sem jeito, afirmou que tem “quarenta e poucos” de idade. Antes de chegar à Pirelli, começou na Fórmula 1 em 2007 na Bridgestone – ano em que afirmou que existiam menos mulheres na categoria. Mas, de acordo com ela, ainda há espaço para machismo.

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“Acho que muito disso vem de um chauvinismo ultrapassado, que até mesmo hoje em dia ainda se manifesta. Mas as pessoas podem ver que sou prática, faço meu trabalho, nada me irrita. Temos de lidar com isso”, afirmou Vajanszki.

Apesar do preconceito, a britânica acredita que a presença feminina na categoria já é uma realidade. Por isso, comemora o fato de Monisha Kaltenborn ter um cargo tão importante na Sauber.

“É animador e não vejo motivos para não termos mais mulheres em cargos como esse”, declarou Vajanszki, que, ao contrário da dirigente, não vê espaço para uma piloto na F1.

Funcionária da Pirelli passa o fim de ano em Florianópolis

Tina Vajanszki ficou feliz com o fato do Brasil voltar a encerrar a temporada da Fórmula 1. Após o fim do campeonato, a britânica costuma aproveitar para passar o fim de ano no país.

“Eu amo o Brasil. Sempre passo o fim de ano em Florianópolis. No ano passado, foi corrido sair daqui para Abu Dhabi, e ainda tivemos os testes depois. Então, estão todos ansiosos para a festa de hoje”, declarou Vajanszki, que elogiou os fãs brasileiros.

“A torcida aqui é fantástica, o circuito tem um clima de festa. Em relação aos pneus, às vezes as pessoas não se importam muito, mas aqui as pessoas são realmente amigáveis, conversam bastante”, completou.

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