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Red Bull e McLaren vão ganhar menos por acordo com Bernie Ecclestone: R$63 milhões cada uma

Nos últimos dias, Bernie Ecclestone, dirigente máximo da Fórmula 1 , trabalhou para acertar os detalhes do Pacto de Concórdia, tratado sobre a divisão de lucros e acordos comerciais que envolvem as escuderias e a FOM (Formula One Management), empresa detentora dos direitos comerciais da categoria.

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Segunda a revista alemã Der Spiegel , só foi possível um acerto devido ao pagamento de taxas extras às equipes de ponta, como Ferrari, Red Bull e McLaren. Ainda segundo a publicação, a tradicional escuderia italiana foi a maior beneficiada. O time de Maranello irá receber cerca de US$50 milhões anuais (R$90,6 milhões), enquanto as outras duas teriam direito a US$35 milhões cada (R$63,4 milhões).

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A ideia inicial de Ecclestone era fazer o anúncio do novo acordo ainda em Sepang, durante o Grande Prêmio da Malásia. Porém, Mercedes e Williams não aceitaram fechar o acordo na situação. O caso teria sido uma das razões determinantes para a saída do presidente da Williams, Adam Parr, do comando da equipe .

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Entretanto, Ecclestone comemorou o acerto com a maioria dos times. "Estou muito satisfeito por anunciar que nós chegamos a um acordo comercial com a maioria das equipes da Fórmula 1 atual, incluindo Ferrari, McLaren e a Red Bull, sobre os termos em que eles vão seguir competindo na Fórmula 1 após o atual Pacto da Concórdia, que expira no fim deste ano", comentou o dirigente.