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Em 1991, Senna venceu na Hungria e quebrou sequência sem vitórias

Brasileiro largou na pole e ganhou em Hungaroring, acabando com jejum de 5 GPs sem triunfos. Confira no especial de 20 anos do tri

iG São Paulo |

A Fórmula 1 terá neste domingo (31) a 11ª etapa da temporada, com o Grande Prêmio da Hungria. Dando sequência ao especial de 20 anos do tricampeonato de Ayrton Senna, o iG conta a história da prova húngara de 1991 – relembre também as provas de Austrália, Espanha, Mônaco, Canadá, Inglaterra e Alemanha.

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No ano do tri, a prova em Hungaroring foi a décima a ser realizada. Após um começo de temporada arrasador, Senna não vencia há cinco corridas e havia ficado sem pontuar no GP anterior, na Alemanha. Enquanto isso, Nigel Mansell, seu principal adversário na temporada, vinha de três vitórias consecutivas e se aproximava na briga pelo título.

Mas a sorte voltou a ficar ao lado do brasileiro na Hungria. Senna foi pole position, conseguiu se defender dos ataques incansáveis das Williams de Mansell e Riccardo Patrese por todo o percurso e reencontrou a vitória.

Conheça a história do GP da Hungria de 1991

A volta de Senna à melhor forma pôde ser vista já no treino de classificação para o GP da Hungria. O brasileiro conquistou sua quinta pole position no ano, após um jejum de cinco GPs sem largar na primeira colocação. A primeira fila do grid de largada também contava com Patrese e, logo atrás, estavam Mansell e Alain Prost.

Mesmo largando na frente na prova do dia 11 de agosto, Ayrton estava sob total pressão, vendo o desempenho da Williams melhorar a cada prova. Já nos primeiros metros, ele foi ameaçado por Patrese e teve de frear no último instante para garantir a liderança na primeira curva.

A manobra colocou em risco sua ousada estratégia de pneus: diferentemente dos outros competidores, que optaram por compostos médios, o piloto da McLaren escolheu um jogo de pneus misto, usando macios – de desgaste mais rápido - no lado direito e médios, no lado esquerdo. Porém, apesar de perseguido de perto por Patrese, o brasileiro conseguiu se proteger e administrar bem a deterioração das rodas.

Na parte final da corrida, após falhar em todas suas tentativas de ultrapassar Senna, o italiano da Williams foi deixado para trás por seu companheiro de equipe, que estava mais rápido e tinha melhores chances de obter sucesso na disputa pela primeira posição.

Mas o dia era mesmo de Senna. O piloto também resistiu aos ataques de Mansell e conseguiu abrir uma pequena vantagem para vencer a prova – que liderou de ponta a ponta. Foi a segunda vez que ele ganhou o GP da Hungria – a primeira havia sido em 1988. Ele ainda iria repetir o feito em 1992.

Com o resultado, o brasileiro chegou a 61 pontos, abriu 12 em relação a Mansell, segundo colocado no Mundial, e conseguiu finalmente respirar aliviado. Além disso, a McLaren retomou a liderança no campeonato de construtores, com dois pontos a mais que a Williams.

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