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Di Grassi lamenta exigência de patrocínios na Fórmula 1

Brasileiro revela que dinheiro chega a representar 90% no processo de escolha de um piloto

AE |

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Fora da Fórmula 1 desde o fim do ano passado, o piloto Lucas di Grassi afirmou nesta sexta-feira (25) que está decepcionado com a nova "condição" da categoria. O brasileiro, que correu pela Virgin em 2010, não consegue retornar por conta dos elevados patrocínios exigidos pelas equipes. Ele trabalha atualmente como piloto de testes da Pirelli, fornecedora de pneus da categoria.

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"Não estou frustrado, mas é uma pena que hoje a parte financeira conte mais do que os resultados no acesso à Fórmula 1. O dinheiro chega a representar 90% no processo. Mas encaro isso tudo como um aprendizado, mais um obstáculo que vou superar na minha carreira", comentou Di Grassi.

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Sem esconder o desânimo com a nova perspectiva da categoria, Di Grassi projeta retornar à Fórmula 1 em uma equipe que proporcione um carro competitivo, ao contrário do que aconteceu no ano passado, quando sofreu para completar as corridas na então estreante Virgin.

"No ano de estreia é bacana, mas depois ficar guiando em condições chatas, com um carro ruim, não nos faz evoluir", afirmou Di Grassi, que está em Interlagos para acompanhar o Grande Prêmio do Brasil às 14h deste domingo (27).

Para Di Grassi, a experiência em seu atual cargo de piloto de testes lhe proporcionará bom conhecimento técnico e, por consequência, o deixará em boas condições de almejar um bom posto na F1 em 2012.

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