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Congresso da Venezuela questiona acordo entre Williams e PDVSA

Contrato de patrocínio entre a petrolífera nacional e a escuderia está sob investigação

Gazeta |

O Congresso venezuelano questionou novamente o acordo entre a equipe Williams de Fórmula 1 e a petrolífera nacional PDVSA. A legalidade do patrocínio está em investigação. Em junho, a oposição do governo de Hugo Chávez já havia pedido detalhes sobre as negociações. A escuderia, por sua vez, adotou uma postura de silêncio.

Leia também: Raikkonen pode virar acionista da Williams ao fechar com a equipe

Segundo o site da revista inglesa Autosport, trata-se de um acerto a longo prazo, no qual deve ser colocado em torno de 21 milhões (R$ 58 milhões) a 29 milhões de libras (R$ 80 milhões) nos cofres da equipe de Frank Williams. Carlos Ramos, deputado local, enviou uma carta questionando a escuderia sobre o paradeiro deste dinheiro.

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"Considerando o acordo de patrocínio da PDVSA com a Williams, gostaria de pedir uma cópia do contrato original, com o propósito de uma investigação que está em curso a este respeito no Congresso venezuelano", escreveu Ramos.

"Como devem saber, de acordo com a legislação da Venezuela, as despesas em casos como esse precisam da aprovação do Congresso. Vocês também devem saber que o Congresso não concedeu autorização alguma para o contrato de patrocínio entre a PDVSA e a Williams", completou.

Ainda de acordo com o site, a Williams preferiu não se manifestar em torno das investigações e adotou uma postura silenciosa.

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