Corrida foi cancelada por conflitos políticos. Decisão sobre sua realização acontece até 1º de maio

O presidente da FOA (Formula One Administration), Bernie Ecclestone, recebeu carta de um grupo de ativistas pró-democracia do Bahrein com pedidos para que ele rejeite a possibilidade do país sediar a F1 em 2011. O apelo, atrelado a uma campanha no Facebook, surgiu a menos de uma semana do prazo que receberam os organizadores da prova. A situação da nação do Golfo está melhor, no entanto ainda há insegurança da população.

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Até o próximo domingo (1º de maio), a organização do GP do Bahrein precisa enviar à FIA a resposta sobre a disponibilidade do país em realizar a prova neste ano. A carta dos ativistas nomeados “Jovens da Revolução de 14 de fevereiro” pede a Ecclestone que “reconsidere em colocar um esporte tão feliz no meio de um país que usa da força militar como forma de coerção”, mostra. O grupo se diz ao lado dos direitos humanos e da população do Bahrain.

O circuito de Sakhir receberia a F1 na primeira etapa da temporada (13 de março). Porém foi cancelada por conta dos violentos protestos sociais contra os regimes rígidos e a falta de direitos humanos no país.

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